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sábado, 18 de fevereiro de 2017

MPF pede que Moro suspenda benefícios da delação de ex-diretor da Petrobras

O MPF (Ministério Público Federal) pediu ao juiz federal Sérgio Moro que não conceda benefícios da delação premiada ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, as suas filhas e ao seu genro, no âmbito da Operação Lava Jato. O documento tem data de 7 de fevereiro.

Segundo o órgão, os acusados "faltaram com a verdade por diversas vezes" durante interrogatório judicial, "em evidente descumprimento dos deveres impostos pelos acordos de colaboração premiada". O documento é assinado por Deltan Dallagnol e mais 12 procuradores.

O texto afirma também que foram verificadas contradições entre os depoimentos de Paulo Roberto Costa e suas filhas e conclui dizendo que os benefícios não devem ser aplicados nesse caso porque "a colaboração não foi efetiva".

Por meio de sua assessoria de imprensa, o MPF informou que "cabe ao juiz Sérgio Moro definir, no momento da sua sentença, se os benefícios de delação premiada acordados com Paulo Roberto Costa são suspensos total ou parcialmente. Cabe a ele definir também quais as penalidades: prisão, aumento da multa, serviços comunitários".

A defesa de Costa negou que seu cliente tenha mentido à Lava Jato.

Uol

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