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sexta-feira, 10 de março de 2017

Quatro suspeitos de assaltar banco no Recife eram monitorados por meio de tornozeleira eletrônica


Detalhes foram repassados durante coletiva de imprensa no Quartel do Derby, na área central do Recife (Foto: Thays Estarque/G1)

Dos 11 presos suspeitos de participarem do assalto à agência do Banco do Brasil situada na Avenida Agamenon Magalhães, na área central do Recife, quatro eram monitorados por meio de tornozeleira eletrônica. Desses, um homem apontado como sendo o líder da quadrilha, chegou a romper o equipamento para realizar o roubo. De acordo com o chefe da Polícia Civil, Joselito Amaral, todos possuem antecedentes criminais por tráfico, roubo ou assalto a bancos.

"O líder rompeu essa tornozeleira para agir na ação. Vamos checar junto a Seres essas pessoas que estavam usando as tornozeleiras", pontuou Joselito Amaral. A quadrilha foi presa na terça-feira (7). Eles foram autuados e responderão por roubo qualificado.

No grupo, havia ainda três mulheres, sendo duas monitoradas por meio de tornozeleiras. Elas, segundo a Polícia Civil, eram responsáveis por dar cobertura ao grupo e, no momento da prisão, estavam do lado de fora da casa. "Essas senhoras estavam agindo de maneira duvidosa. Elas até nos deixaram entrar na residência, mas achando que nós não iríamos achar e verificar o sótão", contou o major Lúcio Flávio, sub-comandante do 11º Batalhão da Polícia Militar.

Ao contrário do que a Polícia Militar havia repassado na terça-feira (7), todos os 11 suspeitos foram encontrados no mesmo local, uma casa no bairro da Conceição, em Paulista. Os homens tentaram se esconder no sótão da residência para ocultar as armas e o material do roubo, mas foram encontrados pelos policiais, que cercaram o lugar. O sistema de monitoramento por GPS de um dos celulares roubados na ação ajudou a localizá-los.

"A casa tem dois andares e o sótão. Fica embaixo de um supermercado. Eles tentaram se esconder no sótão e, quando perceberam que havíamos localizado, eles correram para outros cômodos. Conseguimos colocar todos na sala e depois fazer a revista minuciosa", completou o major.

Uma das mulheres presas é dona do supermercado que fica embaixo da residência, enquanto um dos homens aparece como proprietário da casa. "Eles já moram há algum tempo no local. Inclusive, já têm tudo estabelecido. Não era um local que eles iam somente fazer a divisão do material", disse Lúcio Flávio.

Materiais apreendidos

Segundo a Polícia Militar, com o grupo foram apreendidas 30 munições intactas calibre 38, três relógios de pulso, quatro mochilas com dinheiro, uma mochila com oito grades para furar pneus, uma chave de carro, dois revólveres e dez celulares. Além do dinheiro em espécie, a corporação ainda recuperou um malote de envelopes lacrados e um carro roubado. O valor não foi divulgado por questão de segurança.

Três equipes da força-tarefa contra assaltos a bancos participaram das buscas, além de um helicóptero da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE). Os presos e os materiais apreendidos foram levados para o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife.

A orientação do comando do 16º Batalhão da PM é que as vítimas que tiveram os celulares roubados na agência procurem o Depatri para recuperar os aparelhos.

“O Batalhão de Polícia da Rádio Patrulha fica cerca de 500 metros do local do crime. Fomos acionados, inclusive, por populares que adentraram no batalhão informando que estava havendo um assalto. Por isso que, inicialmente, houve um deslocamento a pé devido ao trânsito”, explicou o major Marcos Ramalho, sub-comandante da Rádio Patrulha.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Banco do Brasil confirmou o assalto na agência, mas informou que, "por questões de segurança, não divulga detalhes para não atrapalhar as investigações".

Fonte: G1 PE

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