O Ministério da Integração Nacional esclarece que os testes de
bombeamento do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão dentro
da normalidade e em consonância com o previsto por esta Pasta. Não há
quaisquer inconformidades nos procedimentos adotados. Cabe explicar que a
fase de testes consiste em uma sequência de ajustes entre os vários
equipamentos e componentes. Sendo assim, é equivocado citar "falha" nos
procedimentos.
Atualmente, o Ministério trabalha nos ajustes para interação entre as centenas de equipamentos da primeira Estação de Bombeamento (EBV-1) do Eixo Leste. Os testes envolvem o bombeamento de água para o reservatório Areias, no apropriado tempo. De acordo com o cronograma, apenas o primeiro conjunto motobomba passou por testes e ajustes.
Os testes nos equipamentos hidromecânicos nessa Estação, da Meta 1 Leste do Projeto, conforme já previsto, fazem parte das boas práticas da engenharia e de qualquer protocolo de acionamento de conjuntos de motobombas. Os testes iniciaram-se em agosto, com subestações e equipamentos associados.
Entre os equipamentos a serem ajustados estão todos aqueles que compõem uma Estação de Bombeamento, como os quadros de corrente de energia, softstarter (controle de corrente de energia dos motores), motores, bombas e válvulas. Esses ajustes são necessários para calibração do sistema, visando alcançar a melhor eficiência do conjunto de motobombas. Os testes na EBV-1 prosseguem até o fim do ano.
Cabe ainda informar que a fase de testes de bombeamento acontece após a abertura das ensecadeiras (barramento) no Projeto de Integração do Rio São Francisco, processo iniciado em agosto. O enchimento dos canais até as primeiras Estações de Bombeamento (EB) de cada Eixo representou a primeira etapa de pré-operação do empreendimento. Ressalta-se que, a quantidade de água a ser bombeada até o final deste ano representa apenas 0,06% da capacidade do reservatório de Itaparica. Do volume atual, representa apenas 0,3%.
As obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco deverão ser concluídas, em sua totalidade, até dezembro de 2015. O empreendimento apresenta 66,1% de execução física, conforme relatório físico do mês de setembro deste ano. Mais de 11.530 trabalhadores estão atuando na construção da maior obra de infraestrutura hídrica do país. Cerca 4.000 mil máquinas estão em operação ao longo dos 477km de extensão das obras. Até junho de 2015, as obras até o reservatório Jati (CE) no Eixo Norte, e até o reservatório Moxotó (PE) no Eixo Leste, que totalizam quase 300 km, deverão estar concluídas.
Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
Atualmente, o Ministério trabalha nos ajustes para interação entre as centenas de equipamentos da primeira Estação de Bombeamento (EBV-1) do Eixo Leste. Os testes envolvem o bombeamento de água para o reservatório Areias, no apropriado tempo. De acordo com o cronograma, apenas o primeiro conjunto motobomba passou por testes e ajustes.
Os testes nos equipamentos hidromecânicos nessa Estação, da Meta 1 Leste do Projeto, conforme já previsto, fazem parte das boas práticas da engenharia e de qualquer protocolo de acionamento de conjuntos de motobombas. Os testes iniciaram-se em agosto, com subestações e equipamentos associados.
Entre os equipamentos a serem ajustados estão todos aqueles que compõem uma Estação de Bombeamento, como os quadros de corrente de energia, softstarter (controle de corrente de energia dos motores), motores, bombas e válvulas. Esses ajustes são necessários para calibração do sistema, visando alcançar a melhor eficiência do conjunto de motobombas. Os testes na EBV-1 prosseguem até o fim do ano.
Cabe ainda informar que a fase de testes de bombeamento acontece após a abertura das ensecadeiras (barramento) no Projeto de Integração do Rio São Francisco, processo iniciado em agosto. O enchimento dos canais até as primeiras Estações de Bombeamento (EB) de cada Eixo representou a primeira etapa de pré-operação do empreendimento. Ressalta-se que, a quantidade de água a ser bombeada até o final deste ano representa apenas 0,06% da capacidade do reservatório de Itaparica. Do volume atual, representa apenas 0,3%.
As obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco deverão ser concluídas, em sua totalidade, até dezembro de 2015. O empreendimento apresenta 66,1% de execução física, conforme relatório físico do mês de setembro deste ano. Mais de 11.530 trabalhadores estão atuando na construção da maior obra de infraestrutura hídrica do país. Cerca 4.000 mil máquinas estão em operação ao longo dos 477km de extensão das obras. Até junho de 2015, as obras até o reservatório Jati (CE) no Eixo Norte, e até o reservatório Moxotó (PE) no Eixo Leste, que totalizam quase 300 km, deverão estar concluídas.
Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional
Candidatos exigem mais tempo e Globo cancela entrevistas no JN
William Bonner e Patricia Poeta entrevistam Aécio Neves no Jornal Nacional de 11 de agosto. (Foto: João Cotta/TV Globo)
Previstas para os próximos dias 20 e 21, as entrevistas com os
candidatos à Presidência da República no Jornal Nacional foram
canceladas na manhã desta quarta-feira (15). Globo e partidos não
chegaram a um acordo sobre a duração das entrevistas, e as três partes
decidiram pelo cancelamento.
Nos bastidores da Globo, o cancelamento foi debitado na "conta" do apresentador William Bonner, que monopolizou quase um terço do tempo das entrevistas no primeiro turno. Além disso, os candidatos manifestaram à Globo preocupação de que alguma pergunta ficasse sem resposta, o que poderia ser prejudicial na última semana de campanha.
Segundo a Globo, tanto as coligações lideradas pelo PT de Dilma Rousseff quanto do PSDB de Aécio Neves reivindicaram um tempo "líquido" de 15 minutos para as entrevistas. Ou seja, os candidatos queriam 15 minutos para falar, sem considerar as intervenções de Patrícia Poeta e, principalmente, de Bonner. No primeiro turno, as entrevistas tiveram duração total de 15 minutos.
Como o Jornal Nacional, por causa do horário eleitoral, está durando apenas 21 minutos, excluídos os intervalos comerciais, a Globo avaliou que havia um alto risco de o telejornal não ter nenhuma outra notícia além das entrevistas. Ou o que seria pior: os 21 minutos poderiam ser insuficientes para os 15 minutos de respostas dos candidatos mais o tempo das introduções, perguntas e intervenções dos apresentadores.
Esse argumento, no entanto, é combatido nos corredores da própria emissora. Avalia-se que, se a Globo quisesse mesmo, ela negociaria um meio-termo com os candidados (por exemplo: 12 minutos de tempo "líquido") e começaria o JN mais cedo.
A Globo emitiu a seguinte nota oficial:
"A Globo comunica que, embora os candidatos tenham concordado em ser entrevistados pelo Jornal Nacional nos dias 20 e 21 de outubro, foram feitos pedidos quanto ao tempo e formato das entrevistas: postulava-se que a duração da entrevista excluísse o tempo das perguntas. Não foi possível se chegar a um acordo porque o tempo de produção do telejornal (excluídos os anúncios comercias), com o horário eleitoral obrigatório, é, em média, de 21 minutos. Sendo assim, as entrevistas não se realizarão."
Fonte: Notícias da TV
Nos bastidores da Globo, o cancelamento foi debitado na "conta" do apresentador William Bonner, que monopolizou quase um terço do tempo das entrevistas no primeiro turno. Além disso, os candidatos manifestaram à Globo preocupação de que alguma pergunta ficasse sem resposta, o que poderia ser prejudicial na última semana de campanha.
Segundo a Globo, tanto as coligações lideradas pelo PT de Dilma Rousseff quanto do PSDB de Aécio Neves reivindicaram um tempo "líquido" de 15 minutos para as entrevistas. Ou seja, os candidatos queriam 15 minutos para falar, sem considerar as intervenções de Patrícia Poeta e, principalmente, de Bonner. No primeiro turno, as entrevistas tiveram duração total de 15 minutos.
Como o Jornal Nacional, por causa do horário eleitoral, está durando apenas 21 minutos, excluídos os intervalos comerciais, a Globo avaliou que havia um alto risco de o telejornal não ter nenhuma outra notícia além das entrevistas. Ou o que seria pior: os 21 minutos poderiam ser insuficientes para os 15 minutos de respostas dos candidatos mais o tempo das introduções, perguntas e intervenções dos apresentadores.
Esse argumento, no entanto, é combatido nos corredores da própria emissora. Avalia-se que, se a Globo quisesse mesmo, ela negociaria um meio-termo com os candidados (por exemplo: 12 minutos de tempo "líquido") e começaria o JN mais cedo.
A Globo emitiu a seguinte nota oficial:
"A Globo comunica que, embora os candidatos tenham concordado em ser entrevistados pelo Jornal Nacional nos dias 20 e 21 de outubro, foram feitos pedidos quanto ao tempo e formato das entrevistas: postulava-se que a duração da entrevista excluísse o tempo das perguntas. Não foi possível se chegar a um acordo porque o tempo de produção do telejornal (excluídos os anúncios comercias), com o horário eleitoral obrigatório, é, em média, de 21 minutos. Sendo assim, as entrevistas não se realizarão."
Fonte: Notícias da TV


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