A
onda de violência na Cidade de Sobral sempre repetida por nossa
reportagem com o objetivo de alertar a população e nossas autoridades,
parece não ter fim, onde sempre em uma determinada parte do mês, cresce
absurdamente. É como vimos neste domingo 10.11, mais uma vida humana foi
ceifada na via publica, desta feita tombou sem vida na Rua Francisco
Jacinto Bairro Terrenos Novos, o desempregado e usuário de drogas, Ivan
Keli Almeida de Sousa, 23 anos, natural de Sobral, que residia na mesma
rua onde foi executado.
O
crime aconteceu por volta das 11h30 desta manhã de domingo, e de acordo
com as primeiras informações da Policia Militar, o principal acusado do
crime já foi identificado e trata-se de um menor de 17 anos, que fugiu
após promover o delito.
A
Policia Militar que esteve no local em uma composição do Ronda do
Quarteirão, foi representada pelo SD Freire, que faz a cobertura naquele
populoso bairro de Sobral. Ainda segundo mais informações, o motivo
pelos qual o menor matou seu desafeto, deveu-se a uma briga por questão
de banalidade, uma vez que a vitima teria entrado na casa do acusado e
agredido uma criança fazendo uso de um instrumento contundente, e
provocando lesão em um dos dedos do irmão do acusado. Classificamos esse
o principal motivo do crime, onde o acusado ao se deparar com o
agressor no meio da rua e fazendo uso de uma faca do tipo peixeira,
desferiu vários golpes na vitima causando-lhe a morte instantânea, e
logo após fugiu para um local ignorado.
O
caso vai ser apurado através de inquérito policial na delegacia. Nossa
reportagem conversou com o tio da vitima no local do crime. O cidadão
que preferiu ficar em anonimato, revelou que seu sobrinho era viciado em
drogas, e ele dava muitos conselhos parar que o mesmo saísse daquela
vida, mas ele nunca atendia ao pedido do tio. “Ele nunca atendia ao meu
pedido, agora se encontra nessa situação”, afirmou o tio da vitima.
Fonte: Na Mira da Polícia
Fotos: Jorge Alves/ portal a desgraça
Promotor diz que menino Joaquim pode ter morrido por excesso de insulina
Em 1º de outubro, a mãe de Joaquim publicou uma foto do menino no
hospital, quando foi descoberto que ele possuía diabetes. (Foto:
Facebook / Reprodução)
O promotor Marcos Tulio Nicolino, que acompanha as investigações do caso
do menino Joaquim Pontes Marques, 3 anos, encontrado morto em um rio na
cidade de Barretos (SP), disse nesta segunda-feira, em entrevista, que
declarações da mãe do garoto dão a entender que Joaquim possa ter sido
vítima de superdosagem de insulina, aplicada pelo padrasto.
"Após o desaparecimento, ela (mãe) foi entregar a caneta que era utilizada para aplicar insulina. Nesse dia, o padrasto falou que tinha aplicado em si mesmo 30 doses de insulina. Porém, no dia anterior, ele disse que teria aplicado apenas duas doses", falou o promotor. Segundo Marcus, o padrasto de Joaquim, Guilherme Raymo Longo, pode ter mudado a sua versão para tentar justificar o uso da insulina. “Depois do aparecimento do menino, ele falou que usou as 30 doses. Ele estaria tentando justificar o desaparecimento daquelas doses, que ele poderia ter aplicado no menino para matá-lo", completou. Ainda de acordo com o promotor, essa é apenas uma suposição, já que o laudo sobre a causa da morte deverá ser entregue no prazo de 20 dias.
O menino era diabético e precisava tomar doses constantes de insulina para sobreviver. Mas, para Marcus, a criança era vista como um problema na vida de Guilherme, que tem um filho de poucos meses com a mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte.
"Ela (Natália) passou informações que nos levam a acreditar que o relacionamento dos dois não era harmônico como passado anteriormente. O casal brigava constantemente e um dos motivos era que o Guilherme não aceitava o filho de outro casamento. ‘Você tem um pedacinho do seu ex-marido aqui dentro de casa’, teria dito ele em algumas ocasiões”, falou o promotor.
Após o corpo ter sido encontrado ontem, a mãe de Joaquim prestou depoimento na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto e declarou que Guilherme tinha um comportamento agressivo. Na semana anterior ao desaparecimento do garoto, o padrasto teria ameaçado se matar. “Ele disse que assim ela teria um pedacinho dele (representado no filho dos dois) e um pedacinho do ex-marido”, contou o promotor.
Questionado sobre qual o motivo de Natália não ter relatado a violência do marido, o promotor falou que ela pode ter se sentido pressionada. “A gente pode concluir que ela não falou antes por estar intimidada pela presença do companheiro. Ela disse que ele estava a ameaçando caso ela o deixasse e ela disse que estava pensando em fazer isso”.
A expectativa da promotoria é de que a mãe de Joaquim forneça mais detalhes sobre o comportamento do casal nos próximos depoimentos. Natália e Guilherme tiveram a prisão temporária decretada e foram detidos na noite de ontem.
O corpo de Joaquim foi encaminhado para a cidade de São Joaquim da Barra, onde foi velado por parentes e amigos. O enterro ocorreu às 14h desta segunda.
Desaparecimento
O corpo de Joaquim foi encontrado neste domingo, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade na qual o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.
Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.
A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. O menino era diabético e vivia com a mãe, o padrasto e o irmão Vitor Hugo.
No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.
Fonte: Terra
"Após o desaparecimento, ela (mãe) foi entregar a caneta que era utilizada para aplicar insulina. Nesse dia, o padrasto falou que tinha aplicado em si mesmo 30 doses de insulina. Porém, no dia anterior, ele disse que teria aplicado apenas duas doses", falou o promotor. Segundo Marcus, o padrasto de Joaquim, Guilherme Raymo Longo, pode ter mudado a sua versão para tentar justificar o uso da insulina. “Depois do aparecimento do menino, ele falou que usou as 30 doses. Ele estaria tentando justificar o desaparecimento daquelas doses, que ele poderia ter aplicado no menino para matá-lo", completou. Ainda de acordo com o promotor, essa é apenas uma suposição, já que o laudo sobre a causa da morte deverá ser entregue no prazo de 20 dias.
O menino era diabético e precisava tomar doses constantes de insulina para sobreviver. Mas, para Marcus, a criança era vista como um problema na vida de Guilherme, que tem um filho de poucos meses com a mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte.
"Ela (Natália) passou informações que nos levam a acreditar que o relacionamento dos dois não era harmônico como passado anteriormente. O casal brigava constantemente e um dos motivos era que o Guilherme não aceitava o filho de outro casamento. ‘Você tem um pedacinho do seu ex-marido aqui dentro de casa’, teria dito ele em algumas ocasiões”, falou o promotor.
Após o corpo ter sido encontrado ontem, a mãe de Joaquim prestou depoimento na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ribeirão Preto e declarou que Guilherme tinha um comportamento agressivo. Na semana anterior ao desaparecimento do garoto, o padrasto teria ameaçado se matar. “Ele disse que assim ela teria um pedacinho dele (representado no filho dos dois) e um pedacinho do ex-marido”, contou o promotor.
Questionado sobre qual o motivo de Natália não ter relatado a violência do marido, o promotor falou que ela pode ter se sentido pressionada. “A gente pode concluir que ela não falou antes por estar intimidada pela presença do companheiro. Ela disse que ele estava a ameaçando caso ela o deixasse e ela disse que estava pensando em fazer isso”.
A expectativa da promotoria é de que a mãe de Joaquim forneça mais detalhes sobre o comportamento do casal nos próximos depoimentos. Natália e Guilherme tiveram a prisão temporária decretada e foram detidos na noite de ontem.
O corpo de Joaquim foi encaminhado para a cidade de São Joaquim da Barra, onde foi velado por parentes e amigos. O enterro ocorreu às 14h desta segunda.
Desaparecimento
O corpo de Joaquim foi encontrado neste domingo, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto – cidade na qual o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.
Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.
A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. O menino era diabético e vivia com a mãe, o padrasto e o irmão Vitor Hugo.
No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.
Fonte: Terra





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