Demontier Tenório///(Foto: Agência Miséria)
Somente nos bairros João Cabral e Tiradentes em Juazeiro foram apreendidos dois revólveres (Foto: Agência Miséria)
Em diligências ou denúncias anônimas apresentadas durante este final de
semana a polícia apreendeu quatro revólveres, duas facas e até um rifle.
As apreensões aconteceram nos bairros João Cabral e Tiradentes e na
Vila Padre Cícero Juazeiro do Norte, além dos municípios de Crato,
Lavras da Mangabeira, Missão Velha e Crato. Neste último, por volta das
06h30min de domingo no caso Francisco Diego de Amorim Rocha, de 24 anos,
residente na Rua São Raimundo, 157 (Bairro Gizélia Pinheiro).
Ele estava perto de sua casa em uma moto Honda Pop de cor vermelha com um revólver calibre 32 tendo um cartucho picotado. Já às 18 horas, no cruzamento da Rua Odílio Figueiredo com a Avenida Maceió (João Cabral) em Juazeiro, a polícia interceptou uma moto Yamaha YBR de cor vermelha e placa NUR-1026, inscrição do Ceará, na qual trafegavam duas pessoas. Na cintura de um deles que a polícia optou por omitir o seu nome, foi encontrado um revolver calibre 38 com cinco cartuchos intactos.
No bolso do outro, igualmente de nome preservado pela CIOPS e morador do bairro João Cabral, dois cartuchos calibre 38 intactos. Por volta das 21h30min, no Bar do Bola que funciona no Sítio Espraiado em Lavras da Mangabeira, a polícia prendeu Cícero Gomes de Souza, de 40 anos, residente em frente ao Parque do Povo naquele município. Ele estava com um revólver calibre 38 tendo seis cartuchos intactos, uma faca de12 polegadase um frasco com boa quantidade de maconha, crack e cocaína.
Outra faca apreendida foi na tarde de ontem em Juazeiro do Norte, mais precisamente no Bar do Damião que funciona na Vila Padre Cícero (Palmeirinha). Ali a polícia prendeu um homem com uma faca de14 polegadase optou sua identidade. Já por volta das 22 horas, na Rua Francisca Menezes Vasconcelos (Tiradentes) em Juazeiro, a polícia prendeu outro homem com um revolver calibre 38 tendo quatro cartuchos intactos o qual teve a sua identidade da mesma forma omitida.
Antes, por volta das 18 horas de sexta-feira no Sitio Caiçara em Missao Velha, uma pessoa viu e denunciou à polícia uma arma naquela localidade. A patrulha foi até lá sob o comando do Major Brito, Subcomandante do 2º BPM, e encontrou um rifle calibre 44, tipo cruzeta em meio a um feixe de lenha. Provavelmente, usada pelos acusados de roubarem uma camionete D-20 na manhã daquele dia.
Ele estava perto de sua casa em uma moto Honda Pop de cor vermelha com um revólver calibre 32 tendo um cartucho picotado. Já às 18 horas, no cruzamento da Rua Odílio Figueiredo com a Avenida Maceió (João Cabral) em Juazeiro, a polícia interceptou uma moto Yamaha YBR de cor vermelha e placa NUR-1026, inscrição do Ceará, na qual trafegavam duas pessoas. Na cintura de um deles que a polícia optou por omitir o seu nome, foi encontrado um revolver calibre 38 com cinco cartuchos intactos.
No bolso do outro, igualmente de nome preservado pela CIOPS e morador do bairro João Cabral, dois cartuchos calibre 38 intactos. Por volta das 21h30min, no Bar do Bola que funciona no Sítio Espraiado em Lavras da Mangabeira, a polícia prendeu Cícero Gomes de Souza, de 40 anos, residente em frente ao Parque do Povo naquele município. Ele estava com um revólver calibre 38 tendo seis cartuchos intactos, uma faca de12 polegadase um frasco com boa quantidade de maconha, crack e cocaína.
Outra faca apreendida foi na tarde de ontem em Juazeiro do Norte, mais precisamente no Bar do Damião que funciona na Vila Padre Cícero (Palmeirinha). Ali a polícia prendeu um homem com uma faca de14 polegadase optou sua identidade. Já por volta das 22 horas, na Rua Francisca Menezes Vasconcelos (Tiradentes) em Juazeiro, a polícia prendeu outro homem com um revolver calibre 38 tendo quatro cartuchos intactos o qual teve a sua identidade da mesma forma omitida.
Antes, por volta das 18 horas de sexta-feira no Sitio Caiçara em Missao Velha, uma pessoa viu e denunciou à polícia uma arma naquela localidade. A patrulha foi até lá sob o comando do Major Brito, Subcomandante do 2º BPM, e encontrou um rifle calibre 44, tipo cruzeta em meio a um feixe de lenha. Provavelmente, usada pelos acusados de roubarem uma camionete D-20 na manhã daquele dia.
Guitarrista processa Chitãozinho e Xororó e ganha R$ 1,1 milhão
Chitãozinho e Xororó já pagaram a indenização e declaram, por meio de
sua assessoria, que "o assunto está encerrado, apesar de não concordarem
com a sentença". (Foto: Newton Santos - 13.jul.10/Hype)
O guitarrista Paulo Chagas, que trabalhou durante dez anos para
Chitãozinho & Xororó, acaba de vencer um processo na Justiça contra a
dupla.
Chagas trabalhou de 1990 a 2000 com os sertanejos, tocando em turnês e programas de TV e de rádio.
Em julho de 2000, recebeu um telegrama informando que estava sendo dispensado dos serviços por motivos de "reestruturação da banda".
O músico procurou os advogados Thiago Lopes Melo e Joana D´Arc Morilha, especializados em casos de vínculo empregatício na classe artística, e abriu um processo contra a dupla e os empresários.
Chagas requereu horas extras, férias, 13º salário, FGTS e um adicional de 40% por ter exercido a função de backing vocal além da de guitarrista, totalizando, na época, cerca de R$ 600 mil.
Inicialmente, a defesa de Chitãozinho & Xororó e dos empresários negou que o músico tinha vínculo empregatício com a dupla e alegou que Chagas era pago por meio de cachê e que era "facilmente substituído" caso não conseguisse comparecer aos shows.
O processo se desenrolou por treze anos, teve vários recursos e chegou a ser anulado, mas o músico venceu em última instância e ganhou R$ 1,1 milhão.
O juiz entendeu que o músico "cumpria horário e lhe era exigida pontualidade, o que não condiz com a realidade de autônomo" e que "atuava de forma subordinada e ficava de sobreaviso, aguardando a agenda de shows e a programação de ensaios e viagens dos cantores".
Chitãozinho e Xororó já pagaram a indenização e declaram, por meio de sua assessoria, que "o assunto está encerrado, apesar de não concordarem com a sentença".
Chagas, segundo o advogado Giovanni Ítalo de Oliveira, que assumiu o caso em 2013, ficou chateado com a forma como foi demitido porque tinha uma relação pessoal com os sertanejos. Outros músicos que tocavam com a dupla na época também procuraram a Justiça.
"Ele está com a sensação de justiça feita, mas não está feliz, não. O que ele queria mesmo era estar trabalhando com a dupla até hoje", disse Giovanni em entrevista.
Fonte: F5
Chagas trabalhou de 1990 a 2000 com os sertanejos, tocando em turnês e programas de TV e de rádio.
Em julho de 2000, recebeu um telegrama informando que estava sendo dispensado dos serviços por motivos de "reestruturação da banda".
O músico procurou os advogados Thiago Lopes Melo e Joana D´Arc Morilha, especializados em casos de vínculo empregatício na classe artística, e abriu um processo contra a dupla e os empresários.
Chagas requereu horas extras, férias, 13º salário, FGTS e um adicional de 40% por ter exercido a função de backing vocal além da de guitarrista, totalizando, na época, cerca de R$ 600 mil.
Inicialmente, a defesa de Chitãozinho & Xororó e dos empresários negou que o músico tinha vínculo empregatício com a dupla e alegou que Chagas era pago por meio de cachê e que era "facilmente substituído" caso não conseguisse comparecer aos shows.
O processo se desenrolou por treze anos, teve vários recursos e chegou a ser anulado, mas o músico venceu em última instância e ganhou R$ 1,1 milhão.
O juiz entendeu que o músico "cumpria horário e lhe era exigida pontualidade, o que não condiz com a realidade de autônomo" e que "atuava de forma subordinada e ficava de sobreaviso, aguardando a agenda de shows e a programação de ensaios e viagens dos cantores".
Chitãozinho e Xororó já pagaram a indenização e declaram, por meio de sua assessoria, que "o assunto está encerrado, apesar de não concordarem com a sentença".
Chagas, segundo o advogado Giovanni Ítalo de Oliveira, que assumiu o caso em 2013, ficou chateado com a forma como foi demitido porque tinha uma relação pessoal com os sertanejos. Outros músicos que tocavam com a dupla na época também procuraram a Justiça.
"Ele está com a sensação de justiça feita, mas não está feliz, não. O que ele queria mesmo era estar trabalhando com a dupla até hoje", disse Giovanni em entrevista.
Fonte: F5


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