Demontier Tenório/// (Foto: Chinês/Agência Miséria)
Tuquinha e seu irmão Denílson - morto no último dia 30 de janeiro - apreendidos com uma tesoura (Foto: Chinês/Agência Miséria)
O adolescente Cícero Gledson Bernardo da Silva, de 13 anos, que era
apelidado por “Tuquinha”, foi morto no início desta madrugada em
Juazeiro do Norte. Ele era usuário de drogas e já tinha várias passagens
pela polícia por furtos e roubos apesar da pouca idade. O menor seguia
para sua residência na Rua das Flores, 1767 (João Cabral) quando foi
atocaiado por dois homens em uma moto ao passar pela Rua Odílio
Figueiredo naquele mesmo bairro.
Um dos algozes sacou um revólver e passou a efetuar os disparos. Populares saíram à rua ao ouvirem os estampidos de arma de fogo e Tuquinha terminou socorrido às pressas para o Hospital Regional do Cariri, onde morreu pouco tempo depois. A polícia foi avisada e diligenciou sem o êxito de localizar os acusados. Por volta das 06h30min de hoje o corpo do adolescente deu entrada no Instituto Médico Legal (IML) para ser necropsiado, sendo o décimo homicídio de maio e 68º do ano em Juazeiro.
Um dos algozes sacou um revólver e passou a efetuar os disparos. Populares saíram à rua ao ouvirem os estampidos de arma de fogo e Tuquinha terminou socorrido às pressas para o Hospital Regional do Cariri, onde morreu pouco tempo depois. A polícia foi avisada e diligenciou sem o êxito de localizar os acusados. Por volta das 06h30min de hoje o corpo do adolescente deu entrada no Instituto Médico Legal (IML) para ser necropsiado, sendo o décimo homicídio de maio e 68º do ano em Juazeiro.
No último dia 30 de janeiro o irmão dele, Denílson Bernardo da Silva, de 14 anos, foi igualmente assassinado a tiros quando se encontrava à sombra de uma árvore perto do cruzamento da Avenida Nossa Senhora Aparecida com a Rua Odílio Figueiredo (João Cabral). Da mesma forma, por dois homens em uma moto que chegaram atirando. Denílson também respondia por furtos e roubos e ainda correu tentando fugir da linha de tiros, mas tombou morto ali mesmo.
Justiça autoriza quebra de sigilo de internautas que desrespeitaram cearenses vítimas de acidente
A Justiça Federal acatou pedido do Ministério Público Federal do
Ceará (MPF) e determinou, nesta quarta-feira (22), a quebra de sigilo
dos computadores de seis internautas acusados de fazer comentários
discriminatórios em matérias jornalísticas que noticiaram acidente com
ônibus no Ceará que vitimou 18 pessoas mortas em Canindé.
A quebra do sigilo dos IPs dos computadores dos usuários foi pedida nesta terça-feira (20), pelo procurador da República Edmac Lima Trigueiro, autor de procedimento criminal que apura a conduta dos internautas.
Do início do último domingo (18), até o fim da tarde de segunda-feira (19), o MPF identificou e coletou dezenas de comentários com insultos a nordestinos em portais de notícias que veicularam o acidente na BR-020.
De acordo com o procurador Edmac Trigueiro, a conduta dos internautas poderá ser enquadrada como crime de Racismo. Se condenados, cada um dos seis internautas poderá pegar pena dedois a cinco anos de prisão.
Para o juiz federal João Batista Martins Prata Braga, que julgou o pedido, "resta imprescindível para a definição dos responsáveis pelas condutas o afastamento do sigilo dos dados". Cabe afirmar que inexiste outro meio apto a identificar os responsáveis pelo evento, devendo ainda ser considerado o fato de muitos usuários utilizarem-se de inverídicos dados cadastrais", destaca o juiz.
O acidente
Com repercussão internacional, a tragédia na BR-020 aconteceu na manhã do dia 18, após o veículo sair de Boa Viagem (CE) com destino a Fortaleza (CE) e tombar no município de Canindé (CE), deixando 18 mortos. Seis passageiros do ônibus continuam internados no Instituto Doutor José Frota (IJF).
Fonte: Diário do Nordeste
A quebra do sigilo dos IPs dos computadores dos usuários foi pedida nesta terça-feira (20), pelo procurador da República Edmac Lima Trigueiro, autor de procedimento criminal que apura a conduta dos internautas.
Do início do último domingo (18), até o fim da tarde de segunda-feira (19), o MPF identificou e coletou dezenas de comentários com insultos a nordestinos em portais de notícias que veicularam o acidente na BR-020.
De acordo com o procurador Edmac Trigueiro, a conduta dos internautas poderá ser enquadrada como crime de Racismo. Se condenados, cada um dos seis internautas poderá pegar pena dedois a cinco anos de prisão.
Para o juiz federal João Batista Martins Prata Braga, que julgou o pedido, "resta imprescindível para a definição dos responsáveis pelas condutas o afastamento do sigilo dos dados". Cabe afirmar que inexiste outro meio apto a identificar os responsáveis pelo evento, devendo ainda ser considerado o fato de muitos usuários utilizarem-se de inverídicos dados cadastrais", destaca o juiz.
O acidente
Com repercussão internacional, a tragédia na BR-020 aconteceu na manhã do dia 18, após o veículo sair de Boa Viagem (CE) com destino a Fortaleza (CE) e tombar no município de Canindé (CE), deixando 18 mortos. Seis passageiros do ônibus continuam internados no Instituto Doutor José Frota (IJF).
Fonte: Diário do Nordeste



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