Um ônibus da empresa Guanabara, que vinha de Teresina com destino a
Fortaleza, bateu na traseira de um caminhão que transportava cimento. O
acidente aconteceu às 3h40min desta quarta-feira, 21, no quilômetro 74
da BR-222, no município de São Gonçalo na Região Metropolitana de
Fortaleza.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), três pessoas tiveram lesões na coluna e face e foram encaminhadas para o Instituto Doutor José Frota (IJF), onde realizam exames. Ainda de acordo com a PRF, o motorista não lembra de nada. Ele teria dormido ao volante. O ônibus continua no local, aguardando o reboque. A curiosidade fez com que outros dois veículos, no sentido contrário da BR batessem, complicando ainda mais o trânsito.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), três pessoas tiveram lesões na coluna e face e foram encaminhadas para o Instituto Doutor José Frota (IJF), onde realizam exames. Ainda de acordo com a PRF, o motorista não lembra de nada. Ele teria dormido ao volante. O ônibus continua no local, aguardando o reboque. A curiosidade fez com que outros dois veículos, no sentido contrário da BR batessem, complicando ainda mais o trânsito.
A Guanabara enviou nota sobre o acidente. A empresa informou que haviam
22 passageiros no ônibus que partiu às 20h de terça-feira de Terezina.
Segue treho da nota: "Ao tomar ciência do acidente, a empresa deslocou
de imediato até o local uma equipe para acompanhar as vítimas e um
veículo para realizar o transporte do restante dos passageiros. A
Guanabara reitera a importância do uso do cinto de segurança, pois de
acordo com relatos de clientes que estavam a bordo, os feridos não
utilizavam o equipamento enquanto os demais, que saíram ilesos, faziam
uso do dispositivo de segurança. A Guanabara ressalta que realiza
constantemente campanhas educativas para alertar sobre a importância e a
obrigatoriedade do uso do cinto, bem como seus motoristas solicitam aos
passageiros no início de todas as viagens que utilizem o equipamento. A
Guanabara está aguardando laudo pericial sobre as causas do acidente e
irá também apurar internamente os fatos para esclarecer o que houve. Até
o momento, é prematuro especular sobre o que teria provocado o
acidente. O motorista que dirigia o veículo iniciou a viagem na cidade
de Sobral, há cerca de 150 quilômetros do acidente. Ele estava em sua
quarta jornada de trabalho e teve 17 horas de descanso antes de
começá-la". Fonte: O Povo
Envio de cheiros pelo smartphone será possível em 2015
Em breve você poderá usar uma mensagem SMS para enviar odores a um amigo
pelo smartphone, graças a um sistema que será lançado em 2015, mas que
já começa a dar as caras neste ano.
Um aparelho cilíndrico chamado oPhone, idealizado pelo professor David Edwards (que leciona Engenharia Biométrica em Harvard), será o responsável pela geração de sinais aromáticos feitos através de pequenas misturas de vapor. Ele será acoplado ao smartphone e funcionará de forma semelhante aos aerosóis médicos, manipulando partículas.
Em entrevista à AFP, Edwards disse que em 17 de junho será lançado o aplicativo gratuito oSnap, a princípio apenas para iPhone, que contará inicialmente com 32 aromas originais. O usuário poderá criar um cheiro misturando entre um e oito odores, ou seja, pode-se fazer 300 mil combinações.
Entre os dias 17 e 31 do mesmo mês será criada uma campanha no site de financiamento colaborativo Indiegogo, enquanto, entre 19 e 31, o público poderá ver todo o sistema em funcionamento no Laboratório, espaço criado pelo professor em Paris.
Quando tudo estiver operando plenamente, a pessoa conseguirá fotografar um objeto e "ilustrá-lo" com cheiros. Então, usando o arquivo chamado oNote, poderá enviar um SMS com a composição do aroma - caso esteja com um iPhone, o destinatário usa o oPhone para baixar e sentir o odor, que será gerado por cartuchos oChips.
Quem participar da campanha de financiamento poderá comprar um aparelho por 149 euros, sendo que depois ele estará no mercado por 199 euros. O pacote com quatro cartuchos oChips será vendido por US$ 20.
Edwards acredita que os valores cairão à medida que o produto se popularizar e for miniaturizado. "Em um segundo momento, haverá a possibilidade de tirar uma foto, da qual um software deduzirá o odor, ajustar os odores de base cujo número aumentará com outros domínios temáticos", disse ele.
Fonte: Olhar Digital
Um aparelho cilíndrico chamado oPhone, idealizado pelo professor David Edwards (que leciona Engenharia Biométrica em Harvard), será o responsável pela geração de sinais aromáticos feitos através de pequenas misturas de vapor. Ele será acoplado ao smartphone e funcionará de forma semelhante aos aerosóis médicos, manipulando partículas.
Em entrevista à AFP, Edwards disse que em 17 de junho será lançado o aplicativo gratuito oSnap, a princípio apenas para iPhone, que contará inicialmente com 32 aromas originais. O usuário poderá criar um cheiro misturando entre um e oito odores, ou seja, pode-se fazer 300 mil combinações.
Entre os dias 17 e 31 do mesmo mês será criada uma campanha no site de financiamento colaborativo Indiegogo, enquanto, entre 19 e 31, o público poderá ver todo o sistema em funcionamento no Laboratório, espaço criado pelo professor em Paris.
Quando tudo estiver operando plenamente, a pessoa conseguirá fotografar um objeto e "ilustrá-lo" com cheiros. Então, usando o arquivo chamado oNote, poderá enviar um SMS com a composição do aroma - caso esteja com um iPhone, o destinatário usa o oPhone para baixar e sentir o odor, que será gerado por cartuchos oChips.
Quem participar da campanha de financiamento poderá comprar um aparelho por 149 euros, sendo que depois ele estará no mercado por 199 euros. O pacote com quatro cartuchos oChips será vendido por US$ 20.
Edwards acredita que os valores cairão à medida que o produto se popularizar e for miniaturizado. "Em um segundo momento, haverá a possibilidade de tirar uma foto, da qual um software deduzirá o odor, ajustar os odores de base cujo número aumentará com outros domínios temáticos", disse ele.
Fonte: Olhar Digital



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