Robson Roque
A partir desta terça-feira e por tempo indeterminado, bancários da
Região do Cariri estarão em greve. O movimento já havia sido anunciado
na semana passada e foi deflagrado na manhã desta terça. As principais
cobranças da categoria se baseiam entre reajustes salariais à
gratificações.
“Foi-nos apresentada uma proposta insignificante que não merecia nem ter sido ouvida. Antes não tivéssemos escutado eles. Essa última proposta do sábado foi de apenas 0,35% e a categoria não aceitou”, explicou Cicero Alves que faz parte do Sindicato dos bancários do Cariri.
Sindicatos dos bancários estiveram reunidos em assembleias nesta segunda-feira e entraram em concordância com outras reuniões que decidiram por rejeitar proposta apresentada no sábado pena Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que elevava os índices de reajuste de 7% para 7,35%.
"Além de o índice de reajuste não atender a expectativa dos bancários, a proposta não contempla as reivindicações não econômicas, que para nós são imprescindíveis, como garantia de emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, segurança bancária e igualdade de oportunidades. Queremos mais dos bancos, que têm aqui a mais alta rentabilidade de todo o sistema financeiro internacional", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
Funcionários de bancos privados também sinalizam em aderir à greve. “Ao longo dos anos a gente tem observado que os bancos privados têm tudo a consciência de aderir, aos poucos. Nas assembleias realizadas um bom número de pessoas tem confirmado que vão participar”, acrescenta Cícero.
Nos próximos dias o movimento grevista deverá organizar manifestações pelas ruas das cidades. Já nesta quarta-feira (1) poderá ocorrer uma passeata junto com professores de universidades da Região.
“Foi-nos apresentada uma proposta insignificante que não merecia nem ter sido ouvida. Antes não tivéssemos escutado eles. Essa última proposta do sábado foi de apenas 0,35% e a categoria não aceitou”, explicou Cicero Alves que faz parte do Sindicato dos bancários do Cariri.
Sindicatos dos bancários estiveram reunidos em assembleias nesta segunda-feira e entraram em concordância com outras reuniões que decidiram por rejeitar proposta apresentada no sábado pena Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que elevava os índices de reajuste de 7% para 7,35%.
"Além de o índice de reajuste não atender a expectativa dos bancários, a proposta não contempla as reivindicações não econômicas, que para nós são imprescindíveis, como garantia de emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, segurança bancária e igualdade de oportunidades. Queremos mais dos bancos, que têm aqui a mais alta rentabilidade de todo o sistema financeiro internacional", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
Funcionários de bancos privados também sinalizam em aderir à greve. “Ao longo dos anos a gente tem observado que os bancos privados têm tudo a consciência de aderir, aos poucos. Nas assembleias realizadas um bom número de pessoas tem confirmado que vão participar”, acrescenta Cícero.
Nos próximos dias o movimento grevista deverá organizar manifestações pelas ruas das cidades. Já nesta quarta-feira (1) poderá ocorrer uma passeata junto com professores de universidades da Região.
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