Tainá Müller e Giovanna Antonelli em cena da novela Em Família exibida nesta semana. (Foto: Divulgação/TV Globo)
Numa nova sondagem para descobrir o porquê de Em Família não decolar no
Ibope, a Globo chegou à conclusão de que a maioria do público aprova o
casal homossexual Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller),
mas não quer ver vê-las como um casal heterossexual, se beijando,
trocando carícias e despertando abraçadas na mesma cama.
O resultado da pesquisa funcionou como um sinal verde para o autor de Em Família, Manoel Carlos. Ele está "autorizado" pelo público a avançar com "Clarina" (como a torcida por Clara e Marina chama a dupla nas redes sociais), mas ainda não poderá quebrar o tabu de tratar um casal gay da mesma forma que um casal hétero. Segundo a pesquisa, tanto Clara quanto Marina são muito bem avaliadas. O público gosta delas. Mas poderá mudar de opinião se elas começarem a se agarrar em público.
Na Globo, o resultado foi analisado também como uma comprovação do preconceito do brasileiro: você pode ser homossexual, mas não na minha frente.
Na mesma pesquisa, a Globo detectou que há mais torcida por Clarina do que pelo casal Luiza (Bruna Marquezine) e Laerte (Gabriel Braga Nunes). Conforme o Notícias da TV antecipou, a pesquisa revelou à Globo que o público rejeita o envolvimento de Luiza com o mesmo homem que desgraçou a vida amorosa de sua mãe, Helena (Julia Lemmertz), e deixou uma grande cicatriz em seu pai, Virgílio (Humberto Martins).
Na primeira pesquisa da Globo para avaliar Em Família, a emissora detectou que o público estava dividido quanto a Clara e Marina. Uma parte era contra o romance das duas porque isso implicaria a destruição de uma família de comercial de margarina. O fato de o marido de Clara, Cadu (Reynaldo Gianecchini), estar doente, agravava a situação. Mas, agora que Cadu já conseguiu um coração novo e está sendo assediado por uma pretendente (Silvia/Bianca Rinaldi), esse deixou de ser um entrave.
Na Globo, a avaliação é a de que Manoel Carlos deverá encaminhar para um desfecho feliz entre Clara e Marina. A rejeição ao beijo gay também não deverá ser um impedimento. Ele poderá acontecer. Mas será uma única vez, como Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em Amor à Vida.
Fonte: Notícias da TV
O resultado da pesquisa funcionou como um sinal verde para o autor de Em Família, Manoel Carlos. Ele está "autorizado" pelo público a avançar com "Clarina" (como a torcida por Clara e Marina chama a dupla nas redes sociais), mas ainda não poderá quebrar o tabu de tratar um casal gay da mesma forma que um casal hétero. Segundo a pesquisa, tanto Clara quanto Marina são muito bem avaliadas. O público gosta delas. Mas poderá mudar de opinião se elas começarem a se agarrar em público.
Na Globo, o resultado foi analisado também como uma comprovação do preconceito do brasileiro: você pode ser homossexual, mas não na minha frente.
Na mesma pesquisa, a Globo detectou que há mais torcida por Clarina do que pelo casal Luiza (Bruna Marquezine) e Laerte (Gabriel Braga Nunes). Conforme o Notícias da TV antecipou, a pesquisa revelou à Globo que o público rejeita o envolvimento de Luiza com o mesmo homem que desgraçou a vida amorosa de sua mãe, Helena (Julia Lemmertz), e deixou uma grande cicatriz em seu pai, Virgílio (Humberto Martins).
Na primeira pesquisa da Globo para avaliar Em Família, a emissora detectou que o público estava dividido quanto a Clara e Marina. Uma parte era contra o romance das duas porque isso implicaria a destruição de uma família de comercial de margarina. O fato de o marido de Clara, Cadu (Reynaldo Gianecchini), estar doente, agravava a situação. Mas, agora que Cadu já conseguiu um coração novo e está sendo assediado por uma pretendente (Silvia/Bianca Rinaldi), esse deixou de ser um entrave.
Na Globo, a avaliação é a de que Manoel Carlos deverá encaminhar para um desfecho feliz entre Clara e Marina. A rejeição ao beijo gay também não deverá ser um impedimento. Ele poderá acontecer. Mas será uma única vez, como Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em Amor à Vida.
Fonte: Notícias da TV
Banco do Brasil suspende serviços em três cidades do Interior do Ceará durante fim de semana
Por medida de segurança, nova agência do Banco do Brasil de Banabuiú
está fechando aos finais de semana e o uso dos caixas eletrônicos está
sendo interrompido (Foto: Revista Central)
Como forma de evitar danos e combater futuros assaltos,
as agências do Bando do Brasil de dois municípios do Interior do Estado
estão fechando aos fins de semana e impedindo que a população possa
realizar serviços básicos como consultar extrato e saldo. A decisão
engloba as cidades de Banabuiú, Coreaú e Pedra Branca e tem dividido
opiniões.
No Banco do Brasil de Banabuiú, município a 220 km da capital, o uso dos caixas eletrônicos são interrompidos na sexta-feira e só podem ser utilizado novamente na segunda, quando o banco reabre. A decisão ocorre há mais de um mês, depois que uma nova agência foi inaugurada na Rua Demócrito Pinto. A antiga sede do banco foi extinta após ser assaltada em março de 2012
A situação piora na primeira semana de cada mês, quando a Prefeitura da cidade realiza o pagamento dos funcionários. Sem ter como sacar o dinheiro durante o fim de semana, o banco fica completamente lotado na segunda, provocando filas e contratempos.
Alguns comerciantes acham que a medida pode atrapalhar os lucros. Outros, entretanto, entendem a situação, como é o caso da empresária Zumira Nobre Rabelo, uma das mais antigas comerciantes da cidade. "Não é muito bom porque no domingo, o povo quer gastar e não tem onde tirar o dinheiro. Mas se for para alguma questão de segurança, eu concordo", afirmou.
A situação se repete no município de Coreaú, distante 374km de Fortaleza. Nos sábados e domingos, o terminal de autoatendimento da única agência da cidade também não pode ser utilizado, já que o prédio vai permanecer fechado.
Medida é em virtude da segurança
Segundo a Superintendência do Banco do Brasil, a decisão visa garantir a segurança das agências e prevenir futuros assaltos. Segundo a assessoria de imprensa, um levantamento comprovou que apenas 2% das operações de saques e depósitos são realizadas fora do horário de expediente, podendo assim serem fechadas.
O gerente da agência de Banabuiú, Luiz Araújo, garante, que até o momento, a população tem aceitado a decisão e a medida não tem atrapalhado a normalidade dos serviços da agência. "Não vimos ninguém reclamando aqui no Banco, por isso, acreditamos que estamos fazendo o que é certo".
A ordem será a mesma para a agência de Pedra Branca, que ano passado foi destruída em um assalto e está pronta para ser aberta. A Superintendência do BB já decidiu que os caixas do município também não vão funcionar aos sábados e domingos.
Fonte: Diário do Nordeste
No Banco do Brasil de Banabuiú, município a 220 km da capital, o uso dos caixas eletrônicos são interrompidos na sexta-feira e só podem ser utilizado novamente na segunda, quando o banco reabre. A decisão ocorre há mais de um mês, depois que uma nova agência foi inaugurada na Rua Demócrito Pinto. A antiga sede do banco foi extinta após ser assaltada em março de 2012
A situação piora na primeira semana de cada mês, quando a Prefeitura da cidade realiza o pagamento dos funcionários. Sem ter como sacar o dinheiro durante o fim de semana, o banco fica completamente lotado na segunda, provocando filas e contratempos.
Alguns comerciantes acham que a medida pode atrapalhar os lucros. Outros, entretanto, entendem a situação, como é o caso da empresária Zumira Nobre Rabelo, uma das mais antigas comerciantes da cidade. "Não é muito bom porque no domingo, o povo quer gastar e não tem onde tirar o dinheiro. Mas se for para alguma questão de segurança, eu concordo", afirmou.
A situação se repete no município de Coreaú, distante 374km de Fortaleza. Nos sábados e domingos, o terminal de autoatendimento da única agência da cidade também não pode ser utilizado, já que o prédio vai permanecer fechado.
Medida é em virtude da segurança
Segundo a Superintendência do Banco do Brasil, a decisão visa garantir a segurança das agências e prevenir futuros assaltos. Segundo a assessoria de imprensa, um levantamento comprovou que apenas 2% das operações de saques e depósitos são realizadas fora do horário de expediente, podendo assim serem fechadas.
O gerente da agência de Banabuiú, Luiz Araújo, garante, que até o momento, a população tem aceitado a decisão e a medida não tem atrapalhado a normalidade dos serviços da agência. "Não vimos ninguém reclamando aqui no Banco, por isso, acreditamos que estamos fazendo o que é certo".
A ordem será a mesma para a agência de Pedra Branca, que ano passado foi destruída em um assalto e está pronta para ser aberta. A Superintendência do BB já decidiu que os caixas do município também não vão funcionar aos sábados e domingos.
Fonte: Diário do Nordeste


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