A dançarina de uma banda de forró foi abusada sexualmente durante um
assalto no último domingo, em Quixeramobim (distante 206Km de
Fortaleza). O micro-ônibus do grupo musical seguia da localidade de
Lajes com destino à sede do Município, quando foi atacado. De acordo com
informações do Centro de Operações Policiais Militares (Copom) do 9º
BPM, quatro homens, um deles armado com um revólver, praticaram o
assalto. Segundo a Polícia, eles pretendiam roubar o dinheiro apurado
pela banda, que havia se apresentado à noite em um clube naquela
localidade.
Abusaram Como o proprietário já havia seguido com o dinheiro noutro
veículo os assaltantes roubaram o dinheiro dos passageiros, cerca de R$
500,00 e ainda abusaram sexualmente de uma das integrantes da banda. A
onda de assaltos na região central do Estado, principalmente no
município de Quixeramobim, está deixando boa parte da população com
medo. Os relatos de vítimas têm crescido. Segundo a Polícia, esse ano
foi o sétimo assalto registrado na região. Em Quixadá, um comerciante de
58 anos foi assassinado no fim da tarde deste domingo (18), no Centro
da Cidade. Segundo a Polícia, a vítima, Aluízio Lopes de Sousa, se
encontrava no seu estabelecimento comercial, situado na Rua José de
Queiroz Pessoa, uma das mais movimentadas de Quixadá, quando foi
surpreendido por dois assaltantes. O proprietário do estabelecimento
comercial estava sozinho quando a dupla anunciou o assalto. Vizinhos
ouviram três disparos. Ao correrem para o mercadinho encontraram o
comerciante caído no chão. Ele foi atingido por um disparo na cabeça e
morreu. Além dos roubos, outro estupro assustou os moradores da região.
No dia anterior, 17, por volta das 17 horas, outra mulher foi estuprada.
O crime ocorreu em Pedra Branca. De acordo com a Polícia, a vítima, uma
dona de casa de 20 anos, estava dormindo na sua casa quando foi
violentada sexualmente por outro morador do local armado com uma
faca.Fonte;DN
AMEAÇADO POR TRAFICANTES,PAI ALGEMA FILHO VICIADO EM DROGA NO QUINTAL DE CASA NO PI
O pai, que também é policial, algemou o próprio filho em uma árvore de
casa. OAB reconhece boas intenção, mas diz que pai está cometendo um
crime.
Sem saber mais o que fazer com o filho descontrolado pelo vício em crack
e ameaçado por traficantes, o pai do jovem, que é policial, algemou o
próprio filho em uma árvore no quintal de casa. O caso ocorreu na Rua
Ari Barroso, no bairro Monte Castelo, Zona Sul de Teresina.
Com as mãos algemadas, ele gritava e falava descontroladamente, dizendo
que queria se libertar. O pai acompanhava de perto a crise. Segundo a
família, os transtornos são provocados pelo uso de crack. “Sofro junto
com ele, mas sou obrigado a fazer isso para não ver meu filho morto. Se
eu soltar ele vai direto comprar droga. Não sei mais o que fazer para
acabar com esse sofrimento”, disse o pai sem querer se identificar.
Ainda de acordo com o pai, o filho já furtou vários objetos de dentro da
casa para manter o vício. “Devido ao vício, ele fez dívidas com
traficantes, que o ameaçaram de morte, caso ele não pague o que deve.
Ele roubou vários objetos de dentro da própria casa para comprar crack.
Já fiz o pedido de internação para o estado, mas eu não sei se nós
esperaremos até lá", falou. O pai do jovem, que também é policial
afirmou saber que pode sofre punições. “Sei que posso ser punido, mas a
punição maior é a morte do meu filho e por isso tento mantê-lo dentro de
casa e a única forma que encontrie foi essa. Quero que algum órgão
responsável faça algo pela nossa família”, finalizou o pai. O G1 tentou
contato com a Coordenadoria de Enfrentamento às Drogas, para ter uma
posição sobre a disponibilidade de vagas em entidades que tratam
dependentes químicos, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.
Pai está cometendo crime, diz OAB O presidente da Comissão de Defesa de
Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí, Campelo
Filho, diz entender a situação do pai e suas intenções, mas afirma que
ele está cometendo um crime ao prender o filho. “É uma situação muito
triste o pai ter que prender o filho a uma árvore para que ele não
consuma drogas. Infelizmente, mesmo nessa situação ao adotar essa medida
ele está cometendo um crime que é o de cárcere privado. Inclusive a
pena é de um a três anos de prisão, como a vitima é descente, sendo o
filho, passa de dois a cinco anos”, afirmou. Informado sobre a
dificuldade de conseguir uma vaga em uma entidade que trate de
dependentes químicos, o advogado aconselhou o pai a documentar seu
pedido. “O pai deve procurar as autoridades públicas e tentar internar o
filho. Aconselho que ele formule o pedido por escrito para que ele
tenha como provar essas solicitações e depois possa cobrar a solução do
poder público”, finalizou.Ellyo Teixeira Do G1 PI




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