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domingo, 7 de maio de 2017

Número de policiais mortos já supera os dois últimos anos


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A Polícia Militar do Ceará perdeu mais um profissional esta semana. No sábado (6), foi morto o sargento José Carlos Vasconcelos, no bairro Jardim Iracema, em Fortaleza. Ainda esta semana, o soldado Francisco Gledson Matias foi morto no bairro Ellery. O número de agentes de segurança mortos preocupa a cúpula da Segurança Pública do Estado, que já criou um núcleo específico para investigar os crimes. De acordo com o levantamento da Associação de Profissionais de Segurança (APS), este ano, 10 policiais militares foram assassinados. No mesmo período em 2016, foram sete casos. Em 2015, três registros.

Ao se considerar policiais civis, guardas municipais e agentes penitenciários, o número de mortos aumenta. Este ano, foram 12 profissionais de segurança. Além dos policiais militares, dois guardas municipais foram mortos. Em 2016, foram oito profissionais entre janeiro e maio: Além dos PMs, foi morto o inspetor da Polícia Civil Alisson Medeiros de Mendonça, no bairro Cidade dos Funcionários, em Fortaleza.

Em 2015, o número de profissionais de segurança mortos entre janeiro e maio reduz ainda mais. Foram três profissionais. Além dos dois soldados mortos, o inspetor da Polícia Civil Tony Ítalo Lima Pinheiro foi assassinado em uma tentativa de assalto no bairro São João do Tauape. O policial foi socorrido, passou três dias internados, mas não resistiu.

Recentemente, o secretário André Costa anunciou a criação do núcleo para a investigação de assassinatos de agentes de segurança no Ceará. O setor será anexado à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). “Está sendo dada a devida prioridade em casos de mortes de policiais”, comentou o secretário, em sua rede social. André tem acompanhado os crimes de perto. Ao falar sobre a prisão dos suspeitos de matar os suspeitos de envolvimento na morte do cabo da Polícia Militar Arlindo da Silva Vieira, o titular da SSPDS causou polêmica ao declarar que seriam oferecidas duas saídas para criminosos:


“Se ele quiser se entregar, a gente oferece a justiça. Se ele quiser puxar uma arma, como foi feito ontem contra nosso policial, a gente tem o cemitério para oferecer a ele. Tem a justiça e tem o cemitério, o que não pode é um bandido puxar uma arma na rua e matar um policial ou matar uma pessoa inocente”, disse. 

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