Segundo estudo, a cada R$ 100 em compras no meio virtual, R$ 6 representam alguma ação indevida (Foto: Ilustrativa)
Não é novidade que hábito de
comprar pela internet tem aumentado cada vez mais entre os consumidores
em todo o País. Contudo, a medida que o e-commerce cresce, as tentativas
de fraudes também tem se espalhando no meio virtual. Pesquisa realizada
pela ClearSale, empresa especializada em detectar esse tipo de crime na
internet, aponta o Ceará apresentou a maior incidência em tentativas de
fraude no comércio eletrônico em todo o Nordeste em 2013.Segundo
a análise, 6,56% de todo o volume transacionado no comércio digital, no
Ceará, corresponderam a tentativas de fraudes. “Isso significa que a
cada R$ 100 em compras, R$ 6,56 representou uma ação fraudulenta de
criminosos”, explica Gabriel Firer, coordenador de projetos corporativos
da ClearSale.
RankingNo
ranking da pesquisa, a incidência de burla as compras online no Ceará
supera a de outras unidades federativas do País, que também têm alto
índice: Bahia (6,14%), Maranhão (5,43%), Paraíba (4,28%) e Rio Grande do
Nordeste (4,16%). Em contrapartida, o Sergipe, teve o menor número da
Região, com 3,38%. Para Firer, este é um número considerado alto para o
Ceará, quando comparado com a média nacional. “Não sabemos com exatidão o
por quê disso, mas temos algumas teorias. Uma delas, é o maior acesso
ao cartão de crédito e, muitas vezes, os consumidores não sabem dos
riscos aos quais estão expostos”, analisa.Cartão de crédito
O cartão de crédito, a
modalidade de pagamento mais utilizada no comércio eletrônico, foi foco
da análise feita pela empresa. “Existem três tipos de estornos com
cartões de crédito no e-commerce: a fraude, quando o verdadeiro dono do
cartão não fez a compra; a auto-fraude, quando o verdadeiro dono faz a
compra e dissimula que não a fez; e a fraude amigável, quando pessoas
próximas do verdadeiro dono fizeram a compra”, conta.
IdentificaçãoEspecializada
na prevenção de fraudes e autenticação de vendas, a empresa analisou no
último ano 46 milhões de transações e evitou 374 mil transações
indevidas. O número corresponde a R$ 353 milhões em compras fraudulentas
impedidas.</MC> Firer explica ainda como funciona o processo para
detectar a tentativa de fraude.“Sempre
que uma compra é realizada e o consumidor coloca os dados da forma de
pagamento, antes das informações irem para a administradora do cartão,
elas passam pela ClearSale, onde é analisado se aquela compra está sendo
realizada pelo verdadeiro dono do cartão”, explica o coordenador.
Fonte: Diário do Nordeste
Sargento da reserva da PM é morto durante assalto em Caucaia
Um sargento da reserva remunerada da Polícia Militar foi morto a tiros
durante um assalto em um depósito de construção no bairro Parque Potira,
na Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza). O crime ocorreu no
começo da noite desta sexta-feira (14).
A vítima, José Edson Andrade, estava trabalhando no depósito quando quatro homens em um automóvel Gol cinza roubado de placa NHJ-8945, chegaram ao local e anunciaram o assalto. O Policial Militar reagiu e trocou tiros com os criminosos. O sargento levou um tiro no pescoço e morreu no local.
Os bandidos estavam em um automóvel roubado e teriam levado a arma da vítima. A Polícia realiza diligência em busca dos assaltantes.
Fonte: Diário do Nordeste
A vítima, José Edson Andrade, estava trabalhando no depósito quando quatro homens em um automóvel Gol cinza roubado de placa NHJ-8945, chegaram ao local e anunciaram o assalto. O Policial Militar reagiu e trocou tiros com os criminosos. O sargento levou um tiro no pescoço e morreu no local.
Os bandidos estavam em um automóvel roubado e teriam levado a arma da vítima. A Polícia realiza diligência em busca dos assaltantes.
Fonte: Diário do Nordeste
Fortaleza é 2ª do País em uso de crack
No ranking geral do uso de drogas ilícitas (maconha e crack), Fortaleza
ocupa a 17ª colocação do Brasil, com 7,8% dos estudantes que afirmam ter
usado essas substâncias em algum momento em 2012 (Foto: Divulgação)
Fortaleza desponta como a segunda capital do País em número de
estudantes do 9º ano do ensino fundamental que afirmam ter usado o crack
dez ou mais vezes, com um índice de 3,8% entre alunos das escolas
públicas e privadas. Em primeiro lugar está Palmas (TO), com 5,1%. A
conclusão consta em análise feita pelo Instituto de Pesquisa e
Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), com base nos dados da Pesquisa
Nacional de Saúde Escolar (Pense) do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), retratando o ano de 2012.
Os resultados da análise do Ipece foram divulgados, no mês passado, no informe intitulado "O uso de drogas ilícitas entre estudantes do ensino fundamental em Fortaleza e demais capitais brasileiras". No informe, a posição de Fortaleza cai para a 12ª, com 1,2%, quando a frequência é entre três e nove vezes e passa para a sétima colocação quando o uso foi uma ou duas vezes (3,1 %).
Segundo o estatístico do Ipece Cleyber Nascimento de Medeiros, os dados analisados pela equipe tomam como partida as informações do IBGE na Pense, que é anual e tem como público-alvo os estudantes do 9º ano, "que são crianças entre 13 a 15 anos e já têm condições de responder às perguntas acerca de fatores relacionais ao uso de droga, violência escolar e em casa, consumo de bebidas alcoólicas, entre outras questões".
Medeiros lembrou que o objetivo do Ipece foi contribuir "não investigando, mas trazendo os dados para o debate e oferecendo elementos para a elaboração ou melhorias de políticas públicas". Uma das constatações da análise, observou, foi identificar que o acesso às drogas ilícitas pelo estudante é "mais fácil do que se imaginava".
Rede públicaO estudo também desmistifica a tese de que o uso de drogas estaria concentrado na rede pública de ensino, embora aponte que é ali onde o problema ocorre com maior incidência na capital cearense. Mas no Nordeste, conclui a análise, o uso de drogas entre os escolares da rede pública é ligeiramente inferior ao das escolas privadas, 5,0% e 5,3%, respectivamente.
A análise mostra, ainda, o ranking geral do uso de drogas ilícitas (maconha e crack). Fortaleza, neste caso, ocupa a 17ª colocação, com 7,8% dos estudantes que afirmam ter usado as substâncias alguma vez em 2012. A classificação é liderada por Florianópolis (SC), com 17,5%; Curitiba (PR), com 14,4 %, e o Distrito Federal, com 14,1%.
Os resultados da análise do Ipece foram divulgados, no mês passado, no informe intitulado "O uso de drogas ilícitas entre estudantes do ensino fundamental em Fortaleza e demais capitais brasileiras". No informe, a posição de Fortaleza cai para a 12ª, com 1,2%, quando a frequência é entre três e nove vezes e passa para a sétima colocação quando o uso foi uma ou duas vezes (3,1 %).
Segundo o estatístico do Ipece Cleyber Nascimento de Medeiros, os dados analisados pela equipe tomam como partida as informações do IBGE na Pense, que é anual e tem como público-alvo os estudantes do 9º ano, "que são crianças entre 13 a 15 anos e já têm condições de responder às perguntas acerca de fatores relacionais ao uso de droga, violência escolar e em casa, consumo de bebidas alcoólicas, entre outras questões".
Medeiros lembrou que o objetivo do Ipece foi contribuir "não investigando, mas trazendo os dados para o debate e oferecendo elementos para a elaboração ou melhorias de políticas públicas". Uma das constatações da análise, observou, foi identificar que o acesso às drogas ilícitas pelo estudante é "mais fácil do que se imaginava".
Rede públicaO estudo também desmistifica a tese de que o uso de drogas estaria concentrado na rede pública de ensino, embora aponte que é ali onde o problema ocorre com maior incidência na capital cearense. Mas no Nordeste, conclui a análise, o uso de drogas entre os escolares da rede pública é ligeiramente inferior ao das escolas privadas, 5,0% e 5,3%, respectivamente.
A análise mostra, ainda, o ranking geral do uso de drogas ilícitas (maconha e crack). Fortaleza, neste caso, ocupa a 17ª colocação, com 7,8% dos estudantes que afirmam ter usado as substâncias alguma vez em 2012. A classificação é liderada por Florianópolis (SC), com 17,5%; Curitiba (PR), com 14,4 %, e o Distrito Federal, com 14,1%.
Na classificação geral, o perfil dos jovens, por sexo e tipo de escola,
também foi avaliado. Os adolescentes do sexo masculino se sobressaem no
Brasil, com 8,3% (feminino com 6,4 %); no Nordeste, com 6,7% (3,7%), e
em Fortaleza, com 9,6% e 6,1 % do sexo feminino. Em relação ao tipo da
rede de ensino que frequenta, destaca-se que para o Brasil a maioria é
proveniente de escolas públicas (7,5 %).
Também participaram do trabalho os economistas do Ipece Raquel da Silva Sales, que coordenou o estudo, Luciana de Oliveira Rodrigues, Carlos Alberto Manso e Dércio Chaves.
Sobre o assunto, a advogada e psicanalista Rossana Brasil Kopf, que preside a Comissão de Políticas Públicas sobre Drogas da Ordem dos Advogados do Brasil- Seção Ceará (OAB-CE), lembra que o Estado está em primeiro lugar o Nordeste em consumo de crack na faixa etária de 17 a 35 anos, conforme dados de pesquisa Fundação Fiocruz, em 2013. "Vivemos uma epidemia em todo o Nordeste", citou, defendendo, porém, que o Ceará "parte na frente em termos de polícia pública". A Assessoria de Política Públicas no Estado funciona, bem como a Coordenadoria de Políticas Públicas no município, opina Rossana.
Prevenção"Entendo que temos que prevenir para não remediar", enfatizou a Assessora Especial de política Públicas sobre Drogas do gabinete do governador do Ceará, a procuradora Socorro França. A capacitação de professoras, a fim de que saibam como falar com alunos sobre drogas, e inclusão dessas problemática nas grades curriculares são propostas da assessora especial.
Segundo Socorro França, estudo da Fiocruz já destacou que 46% dos jovens que buscaram as drogas o fizeram por curiosidade. "Os pais não abordaram o assunto da forma devida, o mesmo deve ter ocorrido com o educador", observa, reiterando que as ações devem ter o foco na prevenção.
Fonte: Diário do Nordeste
Também participaram do trabalho os economistas do Ipece Raquel da Silva Sales, que coordenou o estudo, Luciana de Oliveira Rodrigues, Carlos Alberto Manso e Dércio Chaves.
Sobre o assunto, a advogada e psicanalista Rossana Brasil Kopf, que preside a Comissão de Políticas Públicas sobre Drogas da Ordem dos Advogados do Brasil- Seção Ceará (OAB-CE), lembra que o Estado está em primeiro lugar o Nordeste em consumo de crack na faixa etária de 17 a 35 anos, conforme dados de pesquisa Fundação Fiocruz, em 2013. "Vivemos uma epidemia em todo o Nordeste", citou, defendendo, porém, que o Ceará "parte na frente em termos de polícia pública". A Assessoria de Política Públicas no Estado funciona, bem como a Coordenadoria de Políticas Públicas no município, opina Rossana.
Prevenção"Entendo que temos que prevenir para não remediar", enfatizou a Assessora Especial de política Públicas sobre Drogas do gabinete do governador do Ceará, a procuradora Socorro França. A capacitação de professoras, a fim de que saibam como falar com alunos sobre drogas, e inclusão dessas problemática nas grades curriculares são propostas da assessora especial.
Segundo Socorro França, estudo da Fiocruz já destacou que 46% dos jovens que buscaram as drogas o fizeram por curiosidade. "Os pais não abordaram o assunto da forma devida, o mesmo deve ter ocorrido com o educador", observa, reiterando que as ações devem ter o foco na prevenção.
Fonte: Diário do Nordeste



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