A gaúcha Ledi é mãe de Aline e está na expectativa do que está por vir. (Foto: TV Globo / Divulgação)
Aline foi a 12ª eliminada do Big Brother Brasil 14 e deixa a disputa
pelo prêmio principal. Ela recebeu 80% dos votos - a diferença mais
expressiva nesta edição -, e foi derrotada no paredão pelo paranaense
Marcelo. Do lado de fora, a atriz gaúcha comentou a eliminação: "Acho
que fui mal interpretada. Quem fala na cara, quem põe o dedo na
ferida... saio de cabeça erguida e com o coração leve."
Eliminada junto com a filha, Ledi também comentou o desempenho de Aline no programa: "minha filha é prêmio que Deus me deu." Após a saída de mãe e filha, Marcelo festejou com a mãe a sobrevivência no programa e agradeceu o apoio dela que foi a responsável pelo defesa da permanência do filho após a formação do paredão no último domingo (9).
A formação do 12º paredão aconteceu após um dos momentos mais tensos da edição. Uma dura discussão entre Aline e Marcelo aconteceu na sexta-feira. Aline xingou Marcelo que retrucou as ofensas e partiu para cima da sister. A atriz gaúcha, para se defender, jogou um copo com bebida no rosto do paranaense.
A atitude de Aline irritou o líder Válter Slim, que semanas atrás também recebeu o mesmo tipo de agressão de Letícia. Com isso Aline acabou sendo emparadeda. Já Marcelo recebeu a maioria dos votos e acabou na disputa com a rival.
Troca de gentilezas maternas
Enquanto o paredão desta terça foi forjado no ódio entre Aline e Marcelo, no puxadinho do BBB o clima era de muita amizade entre as mães do confinados. Ledi, mãe de Aline, e Leda, mãe de Marcelo trocaram elogios ao vivo durante o programa. "Ela é uma estrela, sabe cantar, dançar", brincou Leda sobre a "rival". Já Ledi disse que gostaria de ser tão cativante quanto a colega de paredão.
Fonte: Terra
Eliminada junto com a filha, Ledi também comentou o desempenho de Aline no programa: "minha filha é prêmio que Deus me deu." Após a saída de mãe e filha, Marcelo festejou com a mãe a sobrevivência no programa e agradeceu o apoio dela que foi a responsável pelo defesa da permanência do filho após a formação do paredão no último domingo (9).
A formação do 12º paredão aconteceu após um dos momentos mais tensos da edição. Uma dura discussão entre Aline e Marcelo aconteceu na sexta-feira. Aline xingou Marcelo que retrucou as ofensas e partiu para cima da sister. A atriz gaúcha, para se defender, jogou um copo com bebida no rosto do paranaense.
A atitude de Aline irritou o líder Válter Slim, que semanas atrás também recebeu o mesmo tipo de agressão de Letícia. Com isso Aline acabou sendo emparadeda. Já Marcelo recebeu a maioria dos votos e acabou na disputa com a rival.
Troca de gentilezas maternas
Enquanto o paredão desta terça foi forjado no ódio entre Aline e Marcelo, no puxadinho do BBB o clima era de muita amizade entre as mães do confinados. Ledi, mãe de Aline, e Leda, mãe de Marcelo trocaram elogios ao vivo durante o programa. "Ela é uma estrela, sabe cantar, dançar", brincou Leda sobre a "rival". Já Ledi disse que gostaria de ser tão cativante quanto a colega de paredão.
Fonte: Terra
Com um elefante branco como símbolo, PF ameaça parar durante a Copa
Um grande elefante branco inflável é mais uma vez o símbolo de protestos
de Policiais Federais, no Rio de Janeiro. (Foto: Tânia Rêgo/Agência
Brasil)
Um grande elefante branco inflável é mais uma vez o símbolo de protestos
de Policiais Federais, no Rio de Janeiro. Em frente à sede da
instituição, na Praça Mauá, dezenas de profissionais participaram de
manifestação ontem (11) por melhores condições de trabalho,
reestruturação das carreiras e modernização dos inquéritos policiais. A
categoria amaça fazer greve durante a Copa do Mundo, em junho, se as
reivindicações não forem atendidas pelo governo federal.
No Rio, na terceira maior unidade da PF no país, a expectativa é que os 1,3 mil funcionários participem da paralisação nacional que se estenderá até quinta-feira (13), segundo o Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal do Rio. O presidente André Vaz de Mello, relata que os servidores estão sem perspectivas na carreira e se sentindo desvalorizados.
“Estamos há anos chamando atenção, sem atrapalhar a população e gerar caos. Mas se o governo federal continuar dessa maneira, sem trazer nenhuma novidade, no zero a zero, vamos parar na Copa”, anunciou Vaz de Mello. Na avaliação dele, a pararalisação das atividades durante a Copa traria mais visibilidade à categoria, assim como o movimento dos garis no Rio, que organizou uma greve para o período do carnaval. “Os garis escolheram o momento certo para chamar atenção”, disse.
De acordo com o presidente do sindicato dos servidores da Polícia Federal, a desvalorização da categoria, além do adoecimento dos profissionais, tem provocado abandono da carreira e pode deixar a população vulnerável, inclusive a ações de terrorismo. “Não há um cultura de terrosismo no país, mas com esses grandes evento, sempre é uma possibilidade”, disse Vaz, em referência à Copa e às Olimpíadas. Segundo ele, cerca de 250 policiais deixam a carreira por ano.
Durante o protesto de hoje, agentes, escrivães e papiloscopistas também defenderam a modernização dos inquéritos policiais, que classificaram como burocráticos e obsoletos, tal qual um elefante branco entre a população e o acesso à Justiça: “Praticamente 96% dos inquéritos policiais, falando francamente, não dão em nada”. Segundo Vaz, perde-se tempo com prazos e com depoimentos, que podem ser alterados no curso do processo judicial.
A reestruturação da segurança pública, com a unificação e desmilitarização das polícias, também está entre as reivindicações dos policiais. Projeto com essas mudanças tramita no Congresso Nacional por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 51/2013, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Um dos articuladores da proposta, que conta com apoio da corporação, é o antropólogo e um dos maiores especialista em segurança pública no país, Luiz Eduardo Soares.
Procurados pela Agência Brasil, o Ministério da Justiça e a Polícia Federal não comentaram a paralisação da categoria nem a ameaça de fazer uma nova greve durante a Copa.
Fonte: Agência Brasil
No Rio, na terceira maior unidade da PF no país, a expectativa é que os 1,3 mil funcionários participem da paralisação nacional que se estenderá até quinta-feira (13), segundo o Sindicato dos Servidores do Departamento de Polícia Federal do Rio. O presidente André Vaz de Mello, relata que os servidores estão sem perspectivas na carreira e se sentindo desvalorizados.
“Estamos há anos chamando atenção, sem atrapalhar a população e gerar caos. Mas se o governo federal continuar dessa maneira, sem trazer nenhuma novidade, no zero a zero, vamos parar na Copa”, anunciou Vaz de Mello. Na avaliação dele, a pararalisação das atividades durante a Copa traria mais visibilidade à categoria, assim como o movimento dos garis no Rio, que organizou uma greve para o período do carnaval. “Os garis escolheram o momento certo para chamar atenção”, disse.
De acordo com o presidente do sindicato dos servidores da Polícia Federal, a desvalorização da categoria, além do adoecimento dos profissionais, tem provocado abandono da carreira e pode deixar a população vulnerável, inclusive a ações de terrorismo. “Não há um cultura de terrosismo no país, mas com esses grandes evento, sempre é uma possibilidade”, disse Vaz, em referência à Copa e às Olimpíadas. Segundo ele, cerca de 250 policiais deixam a carreira por ano.
Durante o protesto de hoje, agentes, escrivães e papiloscopistas também defenderam a modernização dos inquéritos policiais, que classificaram como burocráticos e obsoletos, tal qual um elefante branco entre a população e o acesso à Justiça: “Praticamente 96% dos inquéritos policiais, falando francamente, não dão em nada”. Segundo Vaz, perde-se tempo com prazos e com depoimentos, que podem ser alterados no curso do processo judicial.
A reestruturação da segurança pública, com a unificação e desmilitarização das polícias, também está entre as reivindicações dos policiais. Projeto com essas mudanças tramita no Congresso Nacional por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 51/2013, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Um dos articuladores da proposta, que conta com apoio da corporação, é o antropólogo e um dos maiores especialista em segurança pública no país, Luiz Eduardo Soares.
Procurados pela Agência Brasil, o Ministério da Justiça e a Polícia Federal não comentaram a paralisação da categoria nem a ameaça de fazer uma nova greve durante a Copa.
Fonte: Agência Brasil
Jardim-CE: Estudante é baleado dentro de seu carro e morre no hospital
Demontier Tenório///.miseria.com.br
Márcio Dheones Gorgonio, de 24 anos, foi assassinado a tiros de revólver em Jardim. (Foto: Reprodução)
O acadêmico de Enfermagem Márcio Dheones Gorgonio, de 24 anos, foi
assassinado a tiros de revólver por volta das 21 horas desta terça-feira
no centro. Ele residia na Rua Vereador Senhor Matias, 428 (Bairro Nossa
Senhora de Fátima) e foi surpreendido com os disparos quando se
encontrava dentro de seu veículo Peugeot 408 de cor prata e placas
AWX-4581, inscrição de Curitiba (PR). O crime aconteceu na Avenida
Wilson Roriz, em frente ao Posto de Combustíveis Bom Jesus que fica
perto de sua casa e a vítima estava com um revólver na cintura.
Segundo testemunhas, dois homens usando capacetes se aproximaram em uma moto quando um deles sacou o revólver e efetuou cinco disparos. A polícia foi acionada e ainda socorreu Márcio em uma viatura para o Hospital Santo Antonio de Jardim, porém este veio a óbito momentos após dar entrada. Diligências foram feitas sob o comando do Cabo Feitosa, mas os acusados não foram localizados. O corpo foi trazido para necropsia no IML (Instituto Médico Legal) de Juazeiro do Norte.
Até 2011 o nome de Márcio consta no site do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) como responsável pela locação de veículos para a Prefeitura de Jardim, principalmente na área do transporte escolar. Ao crime foi dada uma conotação de vingança por existirem suspeitas do envolvimento dele no assassinato de Gilvan Cruz Santos, de 37 anos, que residia na Rua Vereador Aloisio Coutinho em Jardim, que teve o corpo encontrado debaixo de sua Topic Jumper da Citroen no último dia 3 de março.
Gilvan era estudante e trabalhava transportando acadêmicos entre àquele município e o triângulo Crajubar. A Topic dele estava com o motor funcionando às margens da CE-060, rodovia estadual que liga os municípios de Barbalha e Jardim, mais precisamente perto da entrada para Moreilandia (PE). O pneu traseiro se encontrava dentro de um buraco e, sob o veículo, o corpo com perfurações à bala entre o peito esquerdo e o pescoço.
Segundo testemunhas, dois homens usando capacetes se aproximaram em uma moto quando um deles sacou o revólver e efetuou cinco disparos. A polícia foi acionada e ainda socorreu Márcio em uma viatura para o Hospital Santo Antonio de Jardim, porém este veio a óbito momentos após dar entrada. Diligências foram feitas sob o comando do Cabo Feitosa, mas os acusados não foram localizados. O corpo foi trazido para necropsia no IML (Instituto Médico Legal) de Juazeiro do Norte.
Até 2011 o nome de Márcio consta no site do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) como responsável pela locação de veículos para a Prefeitura de Jardim, principalmente na área do transporte escolar. Ao crime foi dada uma conotação de vingança por existirem suspeitas do envolvimento dele no assassinato de Gilvan Cruz Santos, de 37 anos, que residia na Rua Vereador Aloisio Coutinho em Jardim, que teve o corpo encontrado debaixo de sua Topic Jumper da Citroen no último dia 3 de março.
Gilvan era estudante e trabalhava transportando acadêmicos entre àquele município e o triângulo Crajubar. A Topic dele estava com o motor funcionando às margens da CE-060, rodovia estadual que liga os municípios de Barbalha e Jardim, mais precisamente perto da entrada para Moreilandia (PE). O pneu traseiro se encontrava dentro de um buraco e, sob o veículo, o corpo com perfurações à bala entre o peito esquerdo e o pescoço.



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