LEIA COM ATENÇÃO

Atenção: as imagens contidas no blog são de domínio público e/ou retiradas do Google. Se você, por algum motivo, sentir-se ofendido ou agredido com alguma imagem ou texto postados neste blog, entre em contato e a mesma, se este for o caso, será retirada. Caso a imagem seja sua, avise-me para que eu lhe credite a autoria.CONTATO cratonoticia@gmail.com WHATSAPP [88]

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Suspeito de assassinar travesti em Juazeiro do Norte confessa crime e é liberado após depoimento


O homem suspeito de assassinar a travesti Ketlin, na madrugada do último domingo, dia 14, se apresentou à Delegacia Regional de Polícia Civil deste Município na manhã de hoje. Em depoimento, o servente de pedreiro Cícero Frazão Ribeiro, de 21 anos, confessou o crime e justificou afirmando que agiu em legítima defesa. Ainda segundo o suspeito, a travesti teria tentado agredi-lo com uma faca. “Ela pegou a faca e disse que ia me matar. Eu tomei a faca e me defendi”, disse. Cícero confessou ainda que estava sob efeito do álcool e drogas. “Usei cocaína e estava bebendo”, acrescentou, sem esboçar arrependimento. No entanto, para o delegado da divisão de homicídio de Juazeiro do Norte, Giovane Aquino, a hipótese de legitima defesa está descartada. “Era o Cícero quem estava portando a faca. E quem quer se defender, não golpeia por 15 vezes outra pessoa. Não foi legitima defesa, ele está apenas com um arranhão no braço”, pontuou. O sargento Geová Souza foi o responsável pela condução de Cícero Frazão da sua residência, localizada no bairro Triângulo, até a Delegacia. Segundo o PM, o suspeito já conhecia a vítima e tinha o costume de frequentar o local em que ocorreu o homicídio, apontado como ponto de prostituição. “Ele nos confessou que já tinha bebido outras vezes com a travesti. Na noite do crime, Cícero disse que estava bebendo e quando passou pelo local, atrás da rodoviária, encontrou Ketlin. Eles teriam discutido e depois Cícero a matou”, explicou. Após prestar depoimento, o servente de pedreiro foi conduzido para exame de corpo de delito na Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e, em seguida, liberado. “Não há flagrante, nem mandado de prisão, por isso a liberação do suspeito”, justificou o Delegado, ao acrescentar que o mandado pode ser expedido a qualquer momento. DN Online

Nenhum comentário:

Postar um comentário