À esquerda, a vítima e os três acusados (Foto: Reprodução/ 180 Graus)
A Polícia Civil divulgou na manhã desta quarta-feira (14) os resultados
da investigação sobre a morte do jornalista Elson Feitosa, cujo corpo foi
encontrado parcialmente carbonizado na localidade Aprazível, em José de
Freitas. Atraído por conhecidos, ele foi morto a pauladas em uma residência na
zona Leste de Teresina, por criminosos que queriam seu carro e o cartão de
crédito para ´ostentar´ em uma festa na cidade de Altos.
Toda sequência do crime foi narrada pelo delegado Danúbio Dias em coletiva na sede da Delegacia Geral, no centro de Teresina.
O dia do crime Elson foi atraído por um ex-namorado até uma residência alugada na rua Major Sebastião Saraiva, bairro Piçarreira, zona Leste da Capital, com a promessa de que lá aconteceria uma orgia sexual. Para a família ele informou que iria deixar algumas encomendas. Mas logo ao entrar em um dos quartos, por volta de 19h do dia 02 de outubro, o jornalista - que também trabalhava na venda de confecções e tinha um box no Shopping da Cidade - foi logo atingido por uma paulada na cabeça.
Os criminosos ligaram um aparelho de som em volume máximo enquanto espancavam Elson, que pedia por socorro. Ele foi atingido várias vezes na cabeça e no tórax.
Após comprovarem que Elson estava morto, o trio colocou o corpo do jornalista no porta malas do carro - que pertencia a Elson - e levaram até a localidade Aprazível, em José de Freitas. Na tentativa de ocultar o cadáver, os criminosos ainda atearam fogo no corpo do jornalista. Após o crime, os suspeitos foram a um supermercado e tentaram fazer uma compra que totalizava quase R$ 4 mil, ação que chamou a atenção do segurança do local. Fato é que no dia seguinte ao crime os suspeitos foram para a festa na cidade de Altos usando o carro de Elson.
Com o desaparecimento da vítima, a família registou um boletim de ocorrência no 12º Distrito Policial e outro na Polinter, o primeiro por conta do sumiço de Elson e o segundo por roubo de carro.
"Desconfiamos que não se tratava de um latrocínio comum. Não é normal em casos de latrocínio a destruição do cadáver. Entendemos então que a pessoa que praticou o crime era do ciclo de amizade da vítima", disse o delegado Danúbio Dias, durante a coletiva.
Estão presos suspeitos de envolvimento no crime Mizael Conceição da Silva, José Carvalho Pacheco e Madson Pereira Costa, este último é ex-namorado da vítima e foi apontado pela polícia como mentor do crime. Madson foi preso quando tentava fugir para o estado do Rio de Janeiro. Ele foi localizado pela polícia na cidade de Grajaú.
O coordenador da delegacia de Homicídios, delegado Barreta, disse que todos os três envolvidos já sabiam que teriam de matar uma pessoa. "Eles falaram que iriam dar um giro e que teria de fazer uma pessoa de vítima. A arma do crime foi guardada em um dos quartos e encontrada ainda suja de sangue. Eles tentaram lavar a casa onde o crime aconteceu e no local onde eles jogaram os documentos e pertences do Elson foram achados panos sujo de sangue", disse.
Fonte: 180 Graus
Toda sequência do crime foi narrada pelo delegado Danúbio Dias em coletiva na sede da Delegacia Geral, no centro de Teresina.
O dia do crime Elson foi atraído por um ex-namorado até uma residência alugada na rua Major Sebastião Saraiva, bairro Piçarreira, zona Leste da Capital, com a promessa de que lá aconteceria uma orgia sexual. Para a família ele informou que iria deixar algumas encomendas. Mas logo ao entrar em um dos quartos, por volta de 19h do dia 02 de outubro, o jornalista - que também trabalhava na venda de confecções e tinha um box no Shopping da Cidade - foi logo atingido por uma paulada na cabeça.
Os criminosos ligaram um aparelho de som em volume máximo enquanto espancavam Elson, que pedia por socorro. Ele foi atingido várias vezes na cabeça e no tórax.
Após comprovarem que Elson estava morto, o trio colocou o corpo do jornalista no porta malas do carro - que pertencia a Elson - e levaram até a localidade Aprazível, em José de Freitas. Na tentativa de ocultar o cadáver, os criminosos ainda atearam fogo no corpo do jornalista. Após o crime, os suspeitos foram a um supermercado e tentaram fazer uma compra que totalizava quase R$ 4 mil, ação que chamou a atenção do segurança do local. Fato é que no dia seguinte ao crime os suspeitos foram para a festa na cidade de Altos usando o carro de Elson.
Com o desaparecimento da vítima, a família registou um boletim de ocorrência no 12º Distrito Policial e outro na Polinter, o primeiro por conta do sumiço de Elson e o segundo por roubo de carro.
"Desconfiamos que não se tratava de um latrocínio comum. Não é normal em casos de latrocínio a destruição do cadáver. Entendemos então que a pessoa que praticou o crime era do ciclo de amizade da vítima", disse o delegado Danúbio Dias, durante a coletiva.
Estão presos suspeitos de envolvimento no crime Mizael Conceição da Silva, José Carvalho Pacheco e Madson Pereira Costa, este último é ex-namorado da vítima e foi apontado pela polícia como mentor do crime. Madson foi preso quando tentava fugir para o estado do Rio de Janeiro. Ele foi localizado pela polícia na cidade de Grajaú.
O coordenador da delegacia de Homicídios, delegado Barreta, disse que todos os três envolvidos já sabiam que teriam de matar uma pessoa. "Eles falaram que iriam dar um giro e que teria de fazer uma pessoa de vítima. A arma do crime foi guardada em um dos quartos e encontrada ainda suja de sangue. Eles tentaram lavar a casa onde o crime aconteceu e no local onde eles jogaram os documentos e pertences do Elson foram achados panos sujo de sangue", disse.
Fonte: 180 Graus

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