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| Foto Davi Rocha |
O Ceará assumiu a liderança na exportação nacional de pescado no primeiro quadrimestre de 2026. Nos primeiros quatro meses, foram exportados US$ 28,73 milhões (cerca de R$ 148 milhões) em lagosta, camarão e peixes. Mesmo com o resultado, o objetivo é expandir ainda mais a exportação.
O secretário-executivo do Agronegócio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará, Silvio Carlos, afirmou que o Estado possui potencial para ampliar a sua presença no mercado internacional. “O Ceará tem tradição na economia do mar e os números demonstram que ainda há muito espaço para crescer”, afirmou.
Entre as expectativas do setor está a abertura para a Europa, mercado que o Estado ainda não alcançou.
“Mesmo sem exportar para a Europa, somos o principal exportador do Brasil. Com as ações realizadas e o apoio do governador Elmano de Freitas nas interlocuções com os ministérios da Pesca e Aquicultura [MPA] e da Agricultura e Pecuária [Mapa], acreditamos nesse novo momento”, ressaltou Silvio Carlos.
Conforme divulgou o Governo do Estado, o desempenho do setor tem sido responsável por atrair investimentos, o que ajudou a ampliar a presença dos pescados cearenses em mercados internacionais como o asiático, o da Oceania e o da América do Norte.
A localização do Ceará, considerada estratégica, é apontada como um dos diferenciais competitivos. A posição geográfica do Estado, na “ponta do Brasil” e com saída para o Oceano Atlântico, favorece a logística de exportação para 16 países, como apontou o Poder Executivo.
“As facilidades logísticas do Ceará contribuem muito para esse protagonismo, pois estamos muito bem servidos, com dois portos de cargas gerais e um aeroporto internacional. Isso facilita o escoamento das cargas de pescados, tanto congeladas quanto frescas”, destaca o empresário Paulo Gonçalves.
Com informações do Site Opinião CE.

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