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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |


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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |


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| Foto Divulgação/Corpo de Bombeiros do Ceará. |
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| Foto Divulgação/ Polícia Rodoviária Federal |
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| Foto Reprodução |
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| Foto Marcello Casal Jr/ Agência Brasil |


Mais um acidente de trânsito que resultou em morte foi registrado na região do Cariri. Por volta das 9 horas desta quarta-feira o comerciante Cícero Alves Cavalcante, de 49 anos, que residia na Vila Campo I em Potengi, morreu no Hospital Santo Antonio de Barbalha. Ele era dono de um depósito que funcionava na Rua Manoel Monteiro no centro de Potengi e, no início da noite do último dia 15 de março, saiu para fazer uma entrega na sua moto quando se envolveu num acidente.
Na CE-292, na altura da Vila Fugêncio naquele município, houve a colisão com um carro perto da Churrascaria Portal Churrasco. Cícero Cavalcante sofreu uma pancada na cabeça e chegou a receber atendimento médico quando foi liberado. Todavia, o quadro clínico agravou necessitando ser internado e foi trazido ao hospital barbalhense, onde morreu exatamente um mês depois. O mesmo era muito conhecido e querido em Potengi.

Um homicídio à bala foi registrado por volta das 20h30min desta quarta-feira em Juazeiro se constituindo o 34º do ano no município. O industriário André Paulo da Silva Santos, de 33 anos, o “Sapão” ou “Guerreiro” foi morto com nove tiros perto de sua casa na Rua Antonio Gomes da Silva (Frei Damião). Ele trabalhava como auxiliar de produção e usava tornozeleira eletrônica após ser preso por tráfico de drogas em sua casa no dia 17 de fevereiro de 2025 com 590 gramas de maconha e cinco de cocaína.
Antes, por volta das 16 horas, Antoniel Silva Domingos, de 21 anos, residente na Avenida Aracaju (Romeirão), foi lesionado com três tiros e socorrido ao Hospital Regional do Cariri (HRC). O crime aconteceu na Rua da Paz perto do cruzamento com a Avenida Fortaleza no bairro Santa Tereza. Ele pilotava sua moto quando foi perseguido por algozes que trafegavam num veículo Polo de cor cinza. Como estava armado, também atirou deixando o para-brisa do carro estilhaçado o qual foi abandonado quarteirões depois com o pneu estourado.
Antoniel responde por assaltos, posse de arma e um latrocínio. Uma de suas primeiras prisões foi no dia 12 de dezembro de 2022 após assaltos – incluindo uma moto – na Avenida Ailton Gomes (Pirajá) numa moto Honda Biz juntamente com Everton Felipe Gomes Bezerra da Silva, então com 20 anos. Já no dia 5 de outubro de 2024 ele e Clebiosmar Domingos Tragino, de 19, o “Bomar”, balearam o vendedor de frutas José da Silva Ferraz, de 37 anos, o “Zé Ferraz”, que morreu cinco dias depois no HRC. O objetivo foi roubar uma mochila com dinheiro.
Mais recentemente, no último dia 8 de fevereiro cinco pessoas foram presas e cinco armas de fogo apreendidas após um tiroteio no bairro João Cabral. Eles estavam num veículo Corolla de cor prata encontrado abandonado na Rua Pinto Madeira (Santa Tereza). Momentos depois, Antoniel e mais quatro foram presos com pistolas, revólveres e munições. Já no dia 16 de março, na Rua Joaquim da Rocha (Pirajá), ele foi baleado com um tiro no pescoço e escapou no HRC.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na última segunda-feira (13), vetar a mudança de nomenclatura das guardas municipais para “Polícia Municipal” ou termos semelhantes. A medida vale para todas as cidades brasileiras, incluindo Juazeiro do Norte, que havia adotado a nova denominação em agosto do ano passado.
A ação em análise no Supremo tem origem em uma proposta semelhante na cidade de São Paulo. A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, Flávio Dino, que já havia se posicionado contra a alteração. O placar foi de nove votos contrários e dois favoráveis dos ministros Cristiano Zanin e André Mendonça.
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Em seu voto, Dino destacou que a Constituição Federal adota, de forma expressa e sistemática, a designação “guardas municipais”, atribuindo a essas corporações a função de proteger bens, serviços e instalações dos municípios. Segundo o ministro, essa escolha reflete a organização do sistema de segurança pública no país.
A decisão ocorre menos de um ano após Juazeiro do Norte oficializar a mudança. No município, a alteração foi defendida sob o argumento de que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) já exercia funções típicas de policiamento ostensivo, incluindo o porte de arma de fogo.
O Miséria/M1 procurou o secretário de Segurança Pública e cidadania de Juazeiro do Norte (Sesp), Cláudio Luz, para saber como o município deve se adequar à decisão do STF e quais medidas serão adotadas diante da proibição. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.
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| Foto José Cruz/ Agência Brasil |
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| Foto Lucas Drone & Imagens |
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| Foto Divulgação/CBMMG |
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| Foto Prefeitura de Orós |
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| Foto Ricardo Stuckert/ Presidência da República |
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| Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil |


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| Foto Reprodução/ YouTube |
O presidente Lula enviou ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (14), um projeto de lei que propõe o fim da escala de trabalho 6×1 e a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.
A proposta estabelece um novo modelo de trabalho com cinco dias de expediente e dois de descanso, garantindo pelo menos dois dias de repouso remunerado por semana, sem redução salarial para os trabalhadores.
De acordo com o governo federal, o projeto foi encaminhado em regime de urgência constitucional, o que obriga o Congresso a analisar a matéria em até 45 dias. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
Segundo o presidente, a proposta tem como objetivo melhorar a qualidade de vida da população, permitindo mais tempo para convivência familiar, lazer e descanso, sem prejuízo financeiro para os trabalhadores.
O texto prevê que a nova jornada de 40 horas semanais será aplicada de forma ampla, incluindo trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Além disso, o projeto mantém a possibilidade de escalas diferenciadas, como a 12×36, desde que respeitada a média semanal de 40 horas. O governo afirma que a medida busca modernizar as relações de trabalho e ampliar direitos sem afetar os salários.

O mês de março terminou com o registro de três mulheres assassinadas na região do Cariri, sendo duas em Juazeiro e uma criança que morreu em Várzea Alegre após um mês de fevereiro com um assassinato de pessoa do sexo feminino ou acréscimo de 200%. Além disso, com três mulheres mortas no terceiro mês deste ano, representa 200% a mais que o mesmo período no ano passado já que, em março de 2025, tivemos uma mulher assassinada.
No primeiro trimestre deste ano no Cariri já são seis mulheres assassinadas na região contra quatro nos três primeiros meses do ano passado ou acréscimo de 33,3% em virtude de duas a mais na comparação entre tais períodos. Elas foram mortas nos municípios de Juazeiro (03), Barro, Missão Velha e Várzea Alegre. Do total de seis mulheres mortas no Cariri, três foram em Juazeiro ou a metade dos assassinatos.
No dia 18 de março Thaemilly Victória da Silva Souza, de 5 anos, que residia no bairro Riachinho em Várzea Alegre, morreu em casa e sua mãe Maria Luzia da Silva foi presa e autuada em flagrante por omissão considerando o dever legal de cuidado e proteção. A menina estava doente e foi levada ao hospital na noite anterior, mas a genitora não esperou o atendimento face a demora e, em casa, deu medicação por conta própria.
Já no dia 24 de março Maria Nestor de Oliveira, de 89 anos, que residia na Rua José de Alencar (João Cabral) em Juazeiro do Norte, foi atingida com um tiro na cabeça e morreu no HRC. Foi um caso de duplo homicídio que vitimou, também, Gabriel Guedes Nunes, de 19 anos, o qual morava na Rua Pio Norões naquele bairro e não respondia procedimentos criminais.
Quatro dias depois Maria Dasdores Vitorino Silva, de 42 anos, a “Dorinha” que residia na Rua Fiscal José Soares (Salesianos) em Juazeiro do Norte, foi morta com uma facada no pescoço naquela via após discussão entre usuários de drogas. Ela respondia por falsidade ideológica após dar entrada para ganhar bebê no Hospital São Lucas, no dia 30 de julho de 2020, com documento em nome de outra mulher que, supostamente, ficaria com o recém-nascido.
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| Foto Banco Central |
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| Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil |

