A partir de investigações iniciadas em 2012, 16 policiais e um servidor da Previdência Social participaram da operação em que foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e três de condução coercitiva.
Por meio da Força-Tarefa Previdenciária, composta pela PF, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal, foram identificados três mentores do esquema: um servidor ativo do INSS, um ex-servidor, e um agente externo, que atuava como elo entre os beneficiários e os servidores da autarquia federal.
A frequência de empréstimos geraram prejuízos às instituições financeiras, sendo tal prática conhecida como “ciranda dos consignados”, que deu nome à operação. O prejuízo sofrido pelos cofres públicos foi de aproximadamente R$ 5 milhões.
Com Redação O POVO Online
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