![]() |
| Foto Divulgação |
A água de coco deve ser inserida no cardápio da merenda das escolas públicas da rede estadual cearense. A informação é da fundadora da Associação Nacional dos Produtores de Coco (Aprococo), Rita Grangeiro.
De acordo com ela, a medida poderá ser adotada para mitigar o impacto da tarifa de 50% aplicada pelos EUA aplicada aos produtos brasileiros.
Rita Grangeiro esteve reunida, ontem, 31 de julho, com a Secretaria da Fazenda (Sefaz). A reunião serviu, segundo ela, para traçar estratégias de ação. A compra pelo governo do estadual foi uma sugestão apresentada como ação imediata. “Uma vez que não precisa de legislação específica e nem depende de repasses do governo federal. Pode ser feito por decreto mesmo”, disse.
O segmento ficou fora da lista de exceções publicada pelo governo Donald Trump, e pode entrar em uma crise sem precedentes no Ceará. Isso porque quase 90% da produção das duas principais indústrias que beneficiam coco no Estado são vendidas aos Estados Unidos, e o momento é de uma supersafra.
A presidente da Aprococo explicou que, antes mesmo do anúncio do aumento da tarifa feito pelos EUA, o setor já vinha enfrentando uma crise provocada pela retração no consumo da água de coco no mercado interno. “O frio se estendeu nos estados do Sul e do Sudeste. Já estávamos com essa dificuldade. Agora, temos a situação agravada pela taxação dos EUA”, comentou.
Com informações do O Povo.
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário