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| Foto Shutterstock |
Brasileiros já podem usar Pix para pagar compras em oito países sem recorrer ao cartão de crédito ou dinheiro em espécie. A modalidade está disponível em alguns estabelecimentos do Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França por meio de parcerias entre bancos, fintechs e empresas de pagamentos.
Na prática, o funcionamento é semelhante ao do Pix no Brasil. O estabelecimento gera um QR Code na maquininha, que é escaneado pelo aplicativo do banco brasileiro. Antes da confirmação, o cliente visualiza o valor final em reais, já com a conversão cambial e as tarifas aplicáveis. Após a autenticação por senha ou biometria, a empresa responsável pela operação liquida o pagamento ao comerciante na moeda local.
Apesar do avanço, o Banco Central esclarece que não existe um Pix internacional oficial. As operações são intermediadas por instituições autorizadas a operar câmbio, que convertem automaticamente o valor da compra para a moeda local no momento da transação.
O pagamento no exterior está disponível apenas em estabelecimentos parceiros integrados às plataformas de conversão cambial, principalmente em destinos turísticos. Nesses locais, o valor da compra é convertido automaticamente para a moeda local no momento da transação.
Como não se trata de um sistema oficial de pagamentos internacionais operado pelos governos dos países onde o serviço está disponível, sua utilização ainda é restrita às redes privadas que oferecem essa tecnologia. Além disso, as operações estão sujeitas à cobrança de impostos, como o IOF, e à incidência de custos relacionados à conversão da moeda, como o spread cambial.
Com informações do Ceará Agora

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