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terça-feira, 7 de abril de 2026

Quatro mortes em acidentes no Cariri e dois homicídios no Feriadão da Semana Santa

 

Foram quatro corpos de Juazeiro do Norte e os demais de Brejo Santo e Barbalha
Demontier Tenório   site miséria 

Artur morreu num acidente em Juazeiro, João Bosco em Brejo Santo e “Lu” morto a tiros em Barbalha.
Caiu de oito para seis o número de mortes violentas na comparação entre os dois últimos finais de semana na região do Cariri, sendo que este foi o feriadão da Semana Santa e teve uma a mais que as cinco de 2025. Neste, foram quatro em acidentes de trânsito e dois homicídios com quatro corpos de Juazeiro e os demais de Brejo Santo e Barbalha. Segundo levantamento desse portal de notícias, uma morte aconteceu na noite de sexta-feira, três no sábado e duas no domingo.

Por volta das 23 horas, ainda na sexta-feira, o pintor Cícero Natanael Ribeiro de Sousa, o “Natan”, que completou 17 anos no último dia 21 de março, foi morto a tiros por dois homens que fugiram numa moto. O crime aconteceu perto da residência da vítima na Rua Beata Maria de Araújo próximo à Escola Jerônimo Freire dos Santos (João Cabral) em Juazeiro.

No início da madrugada de sábado o estudante Artur Soares Santana da Silva, de 25 anos, que residia na Rua Raimundo Marques da Silva (Frei Damião), morreu num acidente de trânsito. Ele foi encontrado caído ao lado de sua motocicleta na rua onde morava nas imediações do cruzamento com a Rua Navegante Pedro Alves naquele bairro.

Às 11h30min, na BR-116 no Sítio Tamanduá em Brejo Santo, morreu o agricultor João Bosco Mendes Ramalho, de 54 anos, que residia no Sítio Água Vermelha em Milagres. Ele pilotava sua moto quando bateu na traseira de uma picape Saveiro de cor branca que trafegava pela rodovia federal perto da divisa entre Milagres e Brejo Santo. O motoqueiro caiu e foi atropelado por um veículo Volkswagen Virtus de cor branca que viajava em sentido contrário.

Cinco horas depois, ainda no sábado, Cícero Gomes Fonseca, de 42 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC) em Juazeiro. Ele residia na Rua José Custódio da Silva (Betolandia) e trabalhava como mototaxista e entregador. Na noite do dia 14 de março trabalhava na sua moto quando foi atropelado por um carro na esquina das ruas Ivani Feitosa e Antonio Nunes de Alencar (Tiradentes). O motorista atropelador fugiu e a vítima já tinha amputado a perna esquerda falecendo três semanas após o acidente.

Já às 10 horas de domingo o aposentado Severino Francisco Gomes, de 78 anos, morreu no Hospital Regional do Cariri (HRC). Ele residia na Rua José Xavier de Oliveira (Pirajá) e pedalava sua bicicleta no cruzamento daquela via com a Avenida Castelo Branco quando foi atropelado por uma moto. O acidente aconteceu às 09h30min do último dia 20 de março em frente à panificadora Mix do Trigo e momentos após o idoso sair de sua casa.

Uma hora e meia depois o pedreiro José Mailson Pereira, de 26 anos, o “Lu” foi morto a tiros ao ter a casa invadida na Rua Rita de Cássia Araújo Silva (Bairro Bulandeira) em Barbalha. O autor foi Jemesson Morais dos Santos, de 22, o “Bê”, que fugiu numa moto pilotada por Luis Ricardo Ferreira Gonzaga, de 32 anos, o “Lulu” o qual foi preso. A irmã da vítima Maria da Penha Pereira, de 32 anos, a “Marisa”, já tinha sido morta no dia 8 de maio de 2024 pelo mesmo “Bê” na Bulandeira.

Suzane von Richthofen revisita crime e "risadas" chamam atenção


Mais de 20 anos após participar do assassinato dos próprios pais, Suzane von Richthofen, hoje com 42 anos, reaparece em um documentário inédito no qual revisita o crime que a levou a uma condenação de 39 anos de prisão – atualmente em regime aberto. Imagens da produção que já circulam nas redes sociais chamam atenção pela postura alegre e descontraída da condenada.

O documentário é um longa-metragem de duas horas produzido pela Netflix e que dá espaço para que ela reconte a história sob sua própria perspectiva. Até o momento, foi exibido apenas em pré-lançamento restrito, e não tem data oficial para lançamento no streaming.

Suzane descreve a infância em uma casa que, segundo ela, era marcada por frieza emocional e cobranças.

– Eu vivia estudando… não tinha demonstração de amor – afirma, ao retratar os pais, Manfred e Marísia von Richthofen, como distantes.

Ela também relata conflitos frequentes e chega a dizer que presenciou o pai agredindo a mãe – episódios que compõem a narrativa de um ambiente familiar deteriorado.

O tom do depoimento, no entanto, levanta questionamentos ao sugerir uma tentativa de contextualizar, até mesmo suavizar, o caminho até o crime.

– Minha família não era família Doriana. Longe disso – disse Suzane.

Em outro momento, afirma que o relacionamento com Daniel Cravinhos “ocupou todos os espaços” de sua vida, apresentando o namoro como um ponto de virada.

Segundo Suzane, a relação com os pais se agravou à medida que o envolvimento com Daniel avançava, com mentiras, confrontos e até agressões.

– Virou uma guerra dentro de casa – relata.

Ela conta que levava uma vida dupla e que via no namorado uma forma de escapar do ambiente familiar. Ao abordar diretamente o assassinato, cometido em 31 de outubro de 2002 pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, Suzane tenta se distanciar de aspectos do planejamento.

– Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso – afirmou.

Via portal Pleno News

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