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| Foto Mateus Lotif/Fortaleza EC e Reprodução/Instagram |
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| Foto Mateus Lotif/Fortaleza EC e Reprodução/Instagram |
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| Foto Reprodução/Prefeitura de São Lourenço do Sul |
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| Foto Divulgação |
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| Foto:Divulgação / Tânia Mara Coelho |
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| Foto Marcello Casal Jr/ Agência Brasil |
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| Foto Diário do Nordeste |

O PSB realiza nesta quarta-feira (29), em Brasília, a convenção nacional que oficializa o vice-presidente Geraldo Alckmin como candidato à reeleição na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O evento também confirma a aliança nacional entre os dois partidos para as eleições de 2026.
Com a decisão, o PSB se torna a segunda legenda a formalizar apoio à candidatura de Lula, repetindo a composição vitoriosa das eleições de 2022. O PDT foi o primeiro partido a confirmar a aliança, enquanto outras siglas de esquerda, como PCdoB, PV e PSOL, também devem integrar a base de apoio ao presidente.
A convenção contará com a presença de Lula, lideranças nacionais do PSB e representantes de partidos aliados. As convenções partidárias seguem até o dia 5 de agosto, prazo para definição de candidaturas e coligações. O registro oficial das chapas deve ser feito até 15 de agosto, e a campanha eleitoral começa no dia 16.
Enquanto o campo governista consolida alianças, a oposição segue dividida, com candidaturas próprias de nomes como Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Já partidos como MDB, União Brasil, PP, Republicanos e a Federação Renovação Solidária ainda não definiram apoio para a disputa presidencial.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (28) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se manifeste, no prazo de 48 horas, sobre a utilização de sua imagem e voz em um vídeo produzido por meio de inteligência artificial (IA) e exibido durante a Convenção Nacional do Partido Liberal (PL), realizada no último sábado (25).

Na decisão, Moraes afirma que é necessário esclarecer se Bolsonaro autorizou a produção e a divulgação do vídeo, que simulava um pronunciamento em apoio à pré-candidatura de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.
Segundo o ministro, a resposta é necessária para verificar se houve novo descumprimento das condições impostas ao ex-presidente durante a prisão domiciliar humanitária. Se essa hipótese for confirmada, Bolsonaro corre o risco de ter o benefício revogado.
Caso ele não tenha autorizado a produção do vídeo, Moraes aponta eventual grave desrespeito à legislação eleitoral por parte de Flávio Bolsonaro e do PL, podendo, inclusive, acarretar em inelegibilidade.
“Se não houve autorização do custodiado Jair Messias Bolsonaro para utilização de sua imagem e voz para declarações político-eleitoral, além de constituir desrespeito à ordem judicial por Flávio Nantes Bolsonaro e pelo Partido Liberal (PL), tal conduta poderá tipificar a denominada ‘deep fake’, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, um vez que, haverá a caracterização de criação ou divulgação de conteúdo sintético destinado a associar artificialmente a imagem, a voz ou a manifestação de determinada pessoa a candidato, partido ou causa política, sem sua expressa autorização”.
Na decisão desta terça-feira, Moraes lembra que Bolsonaro cumpre pena em prisão domiciliar humanitária, está com os direitos políticos suspensos em razão de condenação criminal definitiva por tentativa de golpe de Estado e está proibido de divulgar manifestações político-eleitorais, inclusive por intermédio de terceiros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (29). O levantamento simulou disputas contra Flávio Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro (PL), Jair Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).
Contra Flávio Bolsonaro, Lula registra 49,2% das intenções de voto, ante 42,9%. Em um eventual confronto com Michelle Bolsonaro, o petista soma 48,8%, enquanto a ex-primeira-dama aparece com 42,5%. Já em um cenário hipotético contra Jair Bolsonaro, Lula teria 49,2% contra 43,9%.
Nos demais cenários, Lula também mantém vantagem. Contra Ronaldo Caiado, o presidente alcança 48,2% das intenções de voto, frente a 38,9% do ex-governador de Goiás. Em uma disputa com Romeu Zema, o petista aparece com 48,6%, contra 39,6% do ex-governador mineiro. Já diante de Renan Santos, Lula registra 47,6%, enquanto o pré-candidato do Missão soma 30,2%.
A pesquisa ouviu 5.021 eleitores entre os dias 22 e 27 de julho, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08602/2026.
De acordo com a direção do Hospital Regional do Cariri, Huberto Cabral tem sido acompanhado pela equipe médica e reage bem ao tratamento.O jornalista e memorialista Huberto Cabral, 89 anos, foi hospitalizado na última terça-feira (28), no Hospital Regional do Cariri (HRC), com suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC). De acordo com a direção da unidade hospitalar e dos familiares, ele foi submetido a exames para esclarecer o diagnóstico e está sendo acompanhado pela equipe médica.
Apesar de estar internado, reage bem aos cuidados. Natural da cidade do Crato, Huberto Cabral se dedica há mais de sete décadas ao jornalismo. Conhecido carinhosamente como “enciclopédia viva do Cariri”, devido ao seu conhecimento sobre os fatos históricos da região, o memorialista recebeu em 2019 o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Regional do Cariri (Urca).
Ao longo de sua trajetória passou por diversos formatos da produção de notícias, do impresso ao rádio. Em nota, a Rádio Educadora do Cariri FM, emissora em que Cabral colabora há 67 anos, solicitou manifestações de fé para a recuperação do profissional.
“A Família Rádio Educadora do Cariri FM, emissora em que Cabral colabora desde a fundação há 67 anos, pede orações a todos e aguarda novas informações do HRC, na torcida pela breve recuperação do colega colaborador”, escreveu a rádio.
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| Foto Ascom / PMJN. |
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| Foto Reprodução/Redes sociais |
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| Foto João Lavor/TLSA |
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| Foto Reprodução |
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| Foto Shutterstock/Blossom Stock Studio. |
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| Foto Reprodução |
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| Foto Fabio Lima |
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| Foto Igor Toscano/IMIP |


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| Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil |



Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu o sul do Japão nesta terça-feira (28), provocando desabamentos, danos à infraestrutura e deixando pelo menos 50 pessoas hospitalizadas, segundo autoridades japonesas. O tremor teve epicentro próximo às cidades de Kumamoto e Uki, na ilha de Kyushu, a apenas 10 quilômetros de profundidade, e foi seguido por fortes réplicas. Um alerta de tsunami chegou a ser emitido, mas foi cancelado cerca de duas horas depois.
A primeira-ministra Sanae Takaichi informou que as cidades de Uki e Hikawa registraram intensidade máxima 7 na escala sísmica japonesa. De acordo com o governo, há registros de incêndios, interrupção no fornecimento de energia, danos em estradas, pontes e edifícios, além de estruturas que desabaram. Equipes de emergência foram mobilizadas para realizar buscas e prestar atendimento às vítimas.
Entre os locais mais afetados está o shopping Aeon Mall, na cidade de Kashima, onde uma explosão foi registrada durante o tremor e parte da estrutura desabou. O Corpo de Bombeiros informou que há pessoas presas sob os escombros. O sistema ferroviário de Kyushu, incluindo os trens-bala Shinkansen, teve a circulação suspensa, e passageiros ficaram feridos durante o abalo.
O terremoto também foi sentido na Coreia do Sul, com relatos de tremores em Incheon. Apesar da gravidade do episódio, autoridades japonesas informaram que não foram identificadas anormalidades nas usinas nucleares da região. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico descartou riscos para o Havaí e a Samoa Americana.
Localizado no chamado Anel de Fogo do Pacífico, o Japão está entre os países com maior atividade sísmica do mundo. O governo japonês alertou que há possibilidade de novos tremores de grande intensidade nos próximos três dias e orientou a população a seguir as recomendações das autoridades e permanecer atenta aos avisos de emergência.