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| Foto Fabiane de Paula / SVM |
O programa Reforma Casa Brasil deve injetar pelo menos R$ 300 milhões no setor de materiais de construção civil no Ceará em 2026, segundo estimativa de Carlito Lira, presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (Acomac) e vice-presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamac).
Iniciada nessa última segunda-feira (3), a iniciativa do Governo Federal oferece empréstimos para famílias com renda mensal bruta de até R$ 9,6 mil realizarem reformas em suas residências. A expectativa do especialista é que o mercado cearense apresente crescimento superior a 5% em 2026.
"Ano passado, o setor faturou cerca de R$ 6 bilhões no Estado, por meio das nossas mais de 4 mil lojas de material de construção instaladas em todos os municípios do Ceará. Nacionalmente, esse valor sobe para R$ 250 bilhões", informa Lira.
Assim, levando em consideração a estimativa de R$ 6,3 bilhões de faturamento para este ano e acrescentando o crescimento de 5%, o arrecadado do setor no Estado pode superar R$ 6,6 bilhões em 2026, totalizando incremento de R$ 300 milhões.
De acordo com o presidente da Acomac, 70% da renda das lojas de material de construção em todo o Brasil é direcionada a reformas de moradia e à autoconstrução, ou seja, a pessoas que administram as próprias obras.
Para ele, a demanda deve aumentar, principalmente, para materiais de acabamento básico, como caixa d'água, bacia sanitária, metais sanitários, tinta e ferragens, além de cimento, tijolos, louças e pisos. O profissional garante, ainda, que as lojas estão preparadas para atender a demanda.
Atualmente, segundo Lira, o comércio de material de construção gera cerca de 50 mil empregos diretos no Ceará.
Com informações do Diário do Nordeste.

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