Ely Aguiar usou seu tempo ontem na Assembleia para enumerar críticas ao
PT e fazer insinuações de corrupção nas campanhas eleitorais (Foto:
Helosa Araújo/Diário do Nordeste)
A disputa do segundo turno nas eleições para governador do Ceará e
presidente da República tem pautado a maioria dos discursos dos
deputados estaduais na Assembleia Legislativa nesta semana. Durante a
sessão de ontem, o deputado Ely Aguiar (PSDC) voltou a fazer críticas ao
PT, acusando o partido de ser um dos mais corruptos do País. Coube aos
petistas presentes fazer a defesa da legenda, atacando a postura do
parlamentar.
Ely Aguiar ainda insinuou que o dinheiro dos desvios serve para financiar campanhas de candidatos a governador do PT, defendendo que os eleitores não votem em políticos da sigla. "Não podemos aceitar isso. Lá em São Paulo, o povo deu a resposta e o (ex) ministro da Saúde (Alexandre Padilha) desceu ladeira e desceu bonito", ironizou o parlamentar, referindo-se à candidatura do petista ao Governo de São Paulo. "Como é que a pessoa tem coragem de sair de casa para votar no PT, pelo amor de Deus? As pessoas íntegras têm obrigação de querer a assepsia no partido", criticou.
Refinaria
Aguiar citou casos em que o PT é denunciado como participante de ações investigadas pela Justiça, como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e o processo do Mensalão. Conforme Ely, "os escândalos são quase intermináveis", em que "bilhões e bilhões foram roubados dos cofres públicos para atender a interesses de petistas e empresários ligados a esquemas ilegais".
Segundo o deputado, por menos do que tem sido feito pelo Partido dos Trabalhadores, o ex-presidente da República Fernando Collor foi destituído de seu cargo. Ele ressaltou que a imprensa teve acesso à parte do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em que ele delatou que o PT recebia propina para financiar campanha de vários políticos no Brasil, assim como o PMDB e o PP.
O ex-diretor da estatal apontou PT, PP e PMDB como legendas que receberam propina para financiamento de campanha em 2010, destacando que os petistas ficavam com 3% do que era repassado por meio de atos ilícitos em contratos com empresas em todo o País. "Eu já vejo petista rindo, como se isso fosse algo insignificante. O País tem programas sociais? Tem, mas também aconteceram vários escândalos. A roubalheira é grande, de fazer nojo", disparou o parlamentar.
Refinaria
O deputado Professor Pinheiro respondeu as declarações do colega (leia matéria ao lado). "Não queira defender roubalheira. Por isso que vossa excelência não foi reeleito, porque fica defendendo roubalheira. Meu partido é nanico, bem pequenininho, mas ninguém faz parte desta esculhambação de vocês", completou Ely.
Ele disse que é "independente" e que vai manter a postura na próxima gestão estadual, independentemente de o governador ser Camilo Santana (PT) ou Eunício Oliveira (PMDB). "Esse caso do PT precisa ser esclarecido e os nomes, revelados. Questione essas pessoas filiadas ao partido que procederam dessa maneira. O próprio Lula da Silva chamou um grupo de petistas de aloprados", apontou.
Fonte: Diário do Nordeste
Ely Aguiar ainda insinuou que o dinheiro dos desvios serve para financiar campanhas de candidatos a governador do PT, defendendo que os eleitores não votem em políticos da sigla. "Não podemos aceitar isso. Lá em São Paulo, o povo deu a resposta e o (ex) ministro da Saúde (Alexandre Padilha) desceu ladeira e desceu bonito", ironizou o parlamentar, referindo-se à candidatura do petista ao Governo de São Paulo. "Como é que a pessoa tem coragem de sair de casa para votar no PT, pelo amor de Deus? As pessoas íntegras têm obrigação de querer a assepsia no partido", criticou.
Refinaria
Aguiar citou casos em que o PT é denunciado como participante de ações investigadas pela Justiça, como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e o processo do Mensalão. Conforme Ely, "os escândalos são quase intermináveis", em que "bilhões e bilhões foram roubados dos cofres públicos para atender a interesses de petistas e empresários ligados a esquemas ilegais".
Segundo o deputado, por menos do que tem sido feito pelo Partido dos Trabalhadores, o ex-presidente da República Fernando Collor foi destituído de seu cargo. Ele ressaltou que a imprensa teve acesso à parte do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em que ele delatou que o PT recebia propina para financiar campanha de vários políticos no Brasil, assim como o PMDB e o PP.
O ex-diretor da estatal apontou PT, PP e PMDB como legendas que receberam propina para financiamento de campanha em 2010, destacando que os petistas ficavam com 3% do que era repassado por meio de atos ilícitos em contratos com empresas em todo o País. "Eu já vejo petista rindo, como se isso fosse algo insignificante. O País tem programas sociais? Tem, mas também aconteceram vários escândalos. A roubalheira é grande, de fazer nojo", disparou o parlamentar.
Refinaria
O deputado Professor Pinheiro respondeu as declarações do colega (leia matéria ao lado). "Não queira defender roubalheira. Por isso que vossa excelência não foi reeleito, porque fica defendendo roubalheira. Meu partido é nanico, bem pequenininho, mas ninguém faz parte desta esculhambação de vocês", completou Ely.
Ele disse que é "independente" e que vai manter a postura na próxima gestão estadual, independentemente de o governador ser Camilo Santana (PT) ou Eunício Oliveira (PMDB). "Esse caso do PT precisa ser esclarecido e os nomes, revelados. Questione essas pessoas filiadas ao partido que procederam dessa maneira. O próprio Lula da Silva chamou um grupo de petistas de aloprados", apontou.
Fonte: Diário do Nordeste
SP regulamenta uso de derivado de maconha para epilepsia
Resolução autoriza os médicos do estado a usar a substância canabidiol,
um derivado da maconha, exclusivamente para tratar menores com
epilepsias. (Foto: Getty Images)
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp)
regulamentou nesta sexta-feira (10) o uso do canabidiol, um derivado da
maconha, para o tratamento de um tipo de específico de epilepsia.
A resolução autoriza os médicos do estado a usar a substância exclusivamente para tratar menores com epilepsias que são resistentes aos tratamentos convencionais aprovados no Brasil.
A decisão está baseada em "estudos consistentes que têm demonstrado o potencial do canabidiol em diminuir a frequência de crises convulsivas entre esses pacientes", explicou o Cremesp em comunicado.
Um medicamento específico contra a epilepsia à base de canabidiol, que é um dos princípios ativos extraídos da planta Cannabis sativa, ainda está sendo submetido a estudos e seu uso não foi permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O colégio regional de médicos lembrou que a própria Anvisa autorizou a importação de canabidiol em casos específicos para tratar algumas doenças de forma alternativa.
Nesses casos o órgão regulador exige tanto do médico que receita a substância como do paciente uma declaração na qual assumem a responsabilidade pela importação do produto.
"O Cremesp entende que a principal justificativa para seu uso é a não efetividade dos medicamentos convencionais à essa forma grave de epilepsia, o que acaba por levar os lactentes e as crianças acometidas, pela sequência inexorável de múltiplas crises convulsivas, a retardo mental profundo e até mesmo à morte", disse o vice-presidente do conselho, Mauro Aranha de Lima, em comunicado.
O colégio regional de medicina esclareceu que o derivado usado não provoca efeitos alucinógenos nem psíquicos, acrescentando que a resolução procura garantir a saúde de pacientes com a doença específica e que não prevê a recomendação do uso terapêutico da maconha via fumo nem incentiva seu uso recreativo.
Fonte: Terra, com agência EFE
A resolução autoriza os médicos do estado a usar a substância exclusivamente para tratar menores com epilepsias que são resistentes aos tratamentos convencionais aprovados no Brasil.
A decisão está baseada em "estudos consistentes que têm demonstrado o potencial do canabidiol em diminuir a frequência de crises convulsivas entre esses pacientes", explicou o Cremesp em comunicado.
Um medicamento específico contra a epilepsia à base de canabidiol, que é um dos princípios ativos extraídos da planta Cannabis sativa, ainda está sendo submetido a estudos e seu uso não foi permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O colégio regional de médicos lembrou que a própria Anvisa autorizou a importação de canabidiol em casos específicos para tratar algumas doenças de forma alternativa.
Nesses casos o órgão regulador exige tanto do médico que receita a substância como do paciente uma declaração na qual assumem a responsabilidade pela importação do produto.
"O Cremesp entende que a principal justificativa para seu uso é a não efetividade dos medicamentos convencionais à essa forma grave de epilepsia, o que acaba por levar os lactentes e as crianças acometidas, pela sequência inexorável de múltiplas crises convulsivas, a retardo mental profundo e até mesmo à morte", disse o vice-presidente do conselho, Mauro Aranha de Lima, em comunicado.
O colégio regional de medicina esclareceu que o derivado usado não provoca efeitos alucinógenos nem psíquicos, acrescentando que a resolução procura garantir a saúde de pacientes com a doença específica e que não prevê a recomendação do uso terapêutico da maconha via fumo nem incentiva seu uso recreativo.
Fonte: Terra, com agência EFE


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