A Polícia Civil apresentou na tarde desta sexta-feira, 20 de junho, dois
envolvidos no assassinato de Wilson Neves Vieira, de 44 anos, que
estava desaparecido desde o dia 15 deste mês. Os envolvidos no crime
foram identificados como Sidnei Araújo de Souza, de 23 anos e Ednei Luiz
de Souza.
De
acordo com os acusados, um terceiro identificado como Júnior Gonçalves
de Oliveira, de aproximadamente 24 anos, que é primo de Wilson e morava
junto com a vítima, planejou o assassinato após brigarem em um bar no
São Lourenço.Segundo informações, após discussão sobre a dívida de umas
fichas de sinuca, no valor de cinco reais, um começou a agrediu o outro.
Chegando em casa, o Júnior resolveu agredir Wilson, e havia levado o
Sidnei junto, mas o Sidnei afirma que foi somente o Júnior que agrediu
Wilson a machadadas.
Sidnei conta ainda, que não tentou impedir Júnior, pois o mesmo também o
ameaçou de morte. Após Wilson ficar desacordado, Sidnei chamou o Ednei,
que é seu primo, falando que iriam levar um amigo para o hospital.
No caminho, Júnior mandou que fossem para o mato, onde iriam esconder o
corpo de Wilson, que ainda se encontrava vivo. Eles usaram um Gol preto,
de placa policial NYK 8786. Levaram a vítima até um terreno de
preservação ambiental, há alguns quilômetros de distância da Polícia
Rodoviária Federal, que pertence à empresa Suzano Papel e Celulose, e lá
terminaram de matar Wilson, jogando um tronco na cabeça dele. Os
acusados presos disseram que o Júnior ainda tentou colocar fogo no
corpo, mas por conta da forte chuva não conseguiu.
Sidnei só confessou o crime após uma equipe da Polícia Civil chegar até o
endereço dos envolvidos, achando ainda marcas do crime, como sangue no
carro e na casa. Junior se encontra foragido, e o caso ainda está sob a
investigação da equipe do SILC [da 8ª COORPIN] de Teixeira de Freitas,
sob o comando do delegado titular, Dr. Kléber Gonçalves, e coordenado
pelo delegado chefe, Dr. Marcus Vinícius. Sidnei e Ednei se encontram
detidos e vão responder na justiça por homicídio e ocultação de cadáver.
Por: Petrina Nunes/liberdadenews






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